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Brasileiros já pagaram R$ 2,5 trilhões em impostos em 2025

Nesta quarta-feira (20), o painel do Impostômetro registrou que os brasileiros já haviam pago R$ 2,5 trilhões em impostos, taxas e contribuições desde o início do ano. O valor foi alcançado às 10h e representa um aumento de 9,31% em relação a 2024, quando o montante no mesmo período era de R$ 2,29 trilhões. O painel está instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), no Centro Histórico da capital paulista, e também pode ser acompanhado em tempo real pelo site oficial do Impostômetro. O que está incluído no cálculo O montante contabilizado pelo Impostômetro engloba não apenas impostos federais, estaduais e municipais, mas também taxas, contribuições, multas, juros e correção monetária. Dessa forma, o indicador oferece uma visão consolidada do esforço fiscal dos contribuintes brasileiros ao longo do ano. Fatores que impulsionaram a arrecadação tributária Segundo análise do Instituto de Economia Gastão Vidigal (IEGV) da ACSP, o crescimento da arrecadação tributária resulta de uma combinação de fatores. Entre os principais, estão: Aquecimento da atividade econômica, que ampliou a base de arrecadação; Inflação, que aumentou a arrecadação de tributos sobre o consumo, já que os preços mais altos impactam diretamente o cálculo dos impostos incidentes sobre bens e serviços; Tributação de fundos exclusivos e offshores, aprovada recentemente; Mudanças na tributação de incentivos fiscais estaduais (subvenções); Retomada da tributação sobre combustíveis; Tributação das apostas online (bets); Impostos sobre encomendas internacionais, incluindo a chamada “taxa das blusinhas”; Reoneração gradual da folha de pagamentos; Fim dos benefícios fiscais para o setor de eventos (Perse); Aumento das alíquotas do ICMS em alguns estados; Alta do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Contexto da arrecadação em 2025 O ano de 2025 vem sendo marcado por medidas fiscais e tributárias voltadas a ampliar a receita pública e reduzir o déficit orçamentário. O governo federal, por meio do Ministério da Fazenda, tem priorizado a recomposição de receitas com ajustes pontuais em regimes especiais e revisão de benefícios fiscais. Essas medidas, somadas ao ambiente econômico, têm permitido que a arrecadação cresça acima da inflação, garantindo maior fôlego para o financiamento das despesas públicas. Comparação histórica O avanço de R$ 2,5 trilhões até agosto mostra a tendência de crescimento da carga tributária brasileira, historicamente elevada em comparação a outros países emergentes. Em 2024, o Impostômetro ultrapassou a marca de R$ 3,6 trilhões ao final do ano. A expectativa da ACSP é que, em 2025, o total arrecadado supere esse patamar, caso se mantenha o ritmo atual. Repercussões para contribuintes e empresas Para os contribuintes, o aumento da arrecadação tributária reforça o impacto da elevada carga de impostos no orçamento familiar, especialmente porque grande parte da tributação brasileira é indireta, incidindo sobre consumo e serviços. Para empresas, a ampliação das obrigações fiscais e a revisão de incentivos demandam maior atenção na gestão tributária, exigindo planejamento detalhado para evitar passivos fiscais e otimizar o cumprimento das regras. Transparência e acompanhamento O Impostômetro tem como principal objetivo tornar transparente o volume de tributos pagos pela sociedade, contribuindo para o debate público sobre a carga tributária e a eficiência do gasto público. A ferramenta é atualizada em tempo real com base em estimativas oficiais da Receita Federal e do Tesouro Nacional, permitindo que cidadãos e especialistas acompanhem o desempenho da arrecadação. O registro de R$ 2,5 trilhões pagos em tributos até agosto de 2025 evidencia o peso da carga tributária no Brasil e reflete o impacto de medidas recentes adotadas pelo governo federal. Com previsão de crescimento até o final do ano, o dado reforça a necessidade de ampliar o debate sobre simplificação tributária e eficiência na aplicação dos recursos públicos, especialmente no contexto da Reforma Tributária em andamento. Link Original

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Caso Ultrafarma: MP encontra carta de auditor fiscal pedindo “orientação espiritual” sobre envolvimento na fraude do ICMS

As investigações da Operação Ícaro, que apuram as suspeitas de corrupção envolvendo a rede Ultrafarma e auditores fiscais da Secretaria da Fazenda de São Paulo, ganharam um novo capítulo nesta quarta-feira (20) após uma suposta confissão do auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto ter sido encontrada. O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) trata uma carta manuscrita e redigida pelo auditor como confissão, apontando seu envolvimento em um esquema de propinas que pode ultrapassar R$ 1 bilhão. O documento, encontrado em sua residência, foi decisivo para a Justiça decretar a prisão preventiva do servidor. Os promotores do caso consideram o conteúdo da carta como uma das principais evidências contra o auditor e reforça a materialidade do crime, que já teria sido comprovada pela troca de e-mails entre os envolvidos. [+] Caso Ultrafarma: evolução patrimonial de R$ 46 mi para R$ 2 bi em 2 anos foi o que alertou RFB O que diz a carta encontrada A carta, que teria sido redigida pelo auditor, é de 3 de março deste ano e contém três páginas e detalha, entre outros pontos, sua insegurança ao assinar documentos relacionados a “novas liberações de imposto” e pede “orientação espiritual”. “Da outra vez eu perguntei para os guias do seu pai. Eles disseram que eu podia assinar, podia trabalhar com esse empresário. E deu esse problema imenso. Não posso mais fazer outro trabalho aqui e depois correr risco e ter que fazer trabalho espiritual de novo”, escreveu. Em outra parte da carta, o auditor teria escrito: “O perigo é meu nome ficar mais uma vez exposto. Pode correr o risco de ter qualquer outra denúncia contra esse empresário no futuro. Ainda tem o risco de pessoas de dentro da Secretaria da Fazenda ficarem vasculhando isso”.  Depois, ainda escreve “Preciso ter certeza que os advogados não vão fazer nenhum tipo de denúncia”. Para o Ministério Público, a carta encontrada não apenas confirma a participação do auditor no esquema de propinas, mas também evidencia sua intenção de manter sigilo para garantir a continuidade das práticas ilegais. O juiz acolheu o argumento dos promotores e destacou que o documento “demonstra e confirma o esquema criminoso operado por Artur”. Além da carta, a operação resultou na apreensão de documentos, celulares e computadores, que agora passam por perícia. A decisão sobre a prisão preventiva está a cargo do juiz Paulo Fernando Deroma de Mello, da 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro de São Paulo, responsável por autorizar a Operação Ícaro. [+] Caso Ultrafarma: auditor fiscal era o ‘cérebro’ do esquema de ressarcimento irregular de créditos tributários Link Original

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Terceirizados podem ser porta de entrada para ataques cibernéticos em grandes empresas

A crescente dependência de fornecedores, parceiros e prestadores de serviços tem ampliado os riscos de cibersegurança nas grandes empresas. Embora traga ganhos operacionais, essa prática expande a superfície de ataque e aumenta a vulnerabilidade a incidentes digitais. Dados do Índice de Preparação para Cibersegurança 2025, elaborado pela Cisco, mostram que apenas 5% das companhias brasileiras possuem maturidade suficiente para enfrentar ameaças modernas. O levantamento também indica que mais de 30% já foram vítimas de ataques cibernéticos. Caso recente acende alerta Um ataque hacker registrado em junho contra uma empresa de tecnologia que presta serviços a bancos nacionais evidenciou os riscos da gestão inadequada de terceiros. Embora o alvo direto tenha sido o prestador de serviços, o incidente teve potencial de atingir instituições financeiras de grande porte, revelando como vulnerabilidades externas podem desencadear efeitos sistêmicos no setor. A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Federal. Principais falhas na gestão de terceiros Entre as falhas mais comuns no relacionamento com terceiros estão: Uso de credenciais fracas ou compartilhadas; Ausência de segmentação de rede; Baixo nível de maturidade em políticas de segurança dos fornecedores; Falta de monitoramento contínuo e auditorias regulares. Esses fatores tornam a cadeia de suprimentos digitais um alvo prioritário para cibercriminosos. Medidas recomendadas para reduzir riscos Especialistas destacam que a mitigação de riscos exige abordagem estruturada, combinando tecnologia, governança e cultura organizacional. Entre as ferramentas citadas como essenciais estão: Gestão de Identidade e Acesso (IAM/PAM); Plataformas de Governança, Risco e Compliance (GRC/TPRM); Sistemas de detecção e resposta a incidentes (SIEM/SOAR); Testes periódicos de vulnerabilidade; Uso de blockchain para rastreabilidade. Além disso, tecnologias de inteligência artificial e machine learning já são aplicadas na detecção de comportamentos anômalos e na automatização de respostas a incidentes. Governança e contratos mais rígidos A análise de riscos de fornecedores deve incluir a avaliação de sua maturidade em segurança da informação, histórico de incidentes e certificações reconhecidas. Também é recomendada a aplicação de questionários estruturados e a exigência de cláusulas contratuais específicas de segurança. Essas práticas estão alinhadas às diretrizes do NIST CSF 2.0 e da ISO/IEC 27002:2022, que reforçam a necessidade de controles robustos ao longo de toda a cadeia de suprimentos. Cultura de segurança compartilhada A criação de uma cultura de segurança da informação entre empresas e fornecedores é considerada outro pilar estratégico. Para isso, são sugeridas ações como: Treinamentos periódicos de equipes; Auditorias in loco em fornecedores críticos; Fóruns de troca de informação sobre cibersegurança; Definição clara de expectativas de conformidade. Mais do que impor regras, especialistas defendem o envolvimento de terceiros na construção de uma rede digital resiliente. Setores mais sensíveis a ataques Áreas como financeiro, saúde, tecnologia, infraestrutura crítica e governo concentram os maiores riscos, devido à sensibilidade dos dados tratados e ao impacto potencial de falhas. Nesses setores, a integração entre Segurança da Informação, Jurídico, Compras e Compliance é considerada fundamental para implementar processos padronizados e garantir respostas coordenadas diante de ameaças. Relevância para negócios e contadores Para contadores, auditores e gestores de risco, a atenção ao tema é estratégica. A ocorrência de incidentes cibernéticos pode gerar não apenas impactos operacionais, mas também consequências financeiras, fiscais e reputacionais para empresas e seus clientes. A prevenção, portanto, deve ser vista como investimento em resiliência digital, e não apenas como obrigação da área de tecnologia. A gestão de riscos envolvendo terceiros tornou-se um dos maiores desafios da cibersegurança corporativa. Em um cenário cada vez mais interconectado e regulado, antecipar ameaças e implementar governança robusta são medidas indispensáveis para proteger dados, processos e reputações. Empresas que negligenciarem esse cuidado podem enfrentar não só perdas financeiras, mas também comprometimento da confiança de clientes e parceiros. Com informações do Portal Dedução Link Original

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Benefícios corporativos: preferências dos trabalhadores divergem dos oferecidos pelas empresas

Uma nova pesquisa realizada pela empresa de consultoria Robert Half revelou quais são os benefícios corporativos mais valorizados pelos trabalhadores e, diferente do que muitos podem imaginar, o benefício que os empregados mais querem não é o plano de saúde. Segundo o levantamento, que entrevistou mais de 1.400 profissionais com ensino superior, em primeiro lugar entre os benefícios desejados estão os bônus. Cerca de 83,72% querem Bônus Acordado (Anual, Trimestral, Mensal, Eventual). Já o plano de saúde aparece em segundo lugar, com 77,52% dos entrevistados valorizando essa oferta. A pesquisa ainda revela que oito em cada dez (76%) trabalhadores gostariam de mudanças nos auxílios oferecidos pelas empresas e 84% dos funcionários indicaram que gostariam de personalizar o pacote de benefícios conforme suas necessidades. No entanto, somente 21 % disseram que a empresa onde trabalham oferece essa possibilidade. O levantamento também aponta que os benefícios oferecidos pelas empresas não são os mesmos desejados pelos trabalhadores. Confira abaixo a lista de auxílios que os profissionais mais querem e os que as empresas oferecem. [+] Especialista da Robert Half é presença confirmada no CONBCON 2025 Benefícios mais desejados pelos trabalhadores Auxílios Percentual de profissionais que consideram importantes Bônus Acordado (Anual, Trimestral, Mensal, Eventual) 83,72% Plano de saúde privado 77,52% Vale-refeição 74,42% Plano de Previdência Privada 57,75% Plano Odontológico 53,49% Incentivo ou reembolso para educação e cursos 43,80% Auxílio-combustível / Reembolso de despesas com combustível 36,43% Seguro de Vida e contra Acidentes em Serviço 36,43% Carro da empresa / Ajuda de custo para carro 31,01% Celular corporativo e/ou reembolso de plano móvel 30,23% Benefícios mais oferecidos pelas empresas Auxílios Percentual de empresas que oferecem Vale-refeição 80,23% Plano de saúde privado 80,23% Plano Odontológico 71,32% Seguro de Vida e contra Acidentes em Serviço 59,30% Bônus Acordado (Anual, Trimestral, Mensal, Eventual) 57,36% Vale-transporte 48,84% Convênio com academias / Assinatura de academias 48,06% Celular corporativo e/ou reembolso de plano móvel 46,90% Plano de Previdência Privada 34,88% Auxílio-creche ou vales para cuidados infantis 31,01% Link Original

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Problema da produtividade vai além da educação

O mundo do trabalho está mudando de forma muito rápida. Em praticamente todos os setores, surgem novas ferramentas que, de maneira discreta, vêm transformando a maneira de produzir, decidir e organizar processos. Em países como Alemanha, Canadá e Coreia do Sul, os resultados já aparecem nas estatísticas: mais produtividade, menos desperdício e decisões mais ágeis e precisas. No Brasil, porém, o cenário é bem diferente. A produtividade por hora trabalhada permanece baixa, em torno de US$ 21, segundo dados internacionais. Nos países desenvolvidos, esse índice supera os US$ 60 e, em alguns casos, se aproxima dos US$ 80. A diferença não está no esforço individual do trabalhador, mas nas condições estruturais, em especial na formação profissional e no ambiente em que as empresas operam. Grande parte das companhias nacionais ainda funciona de maneira tradicional. Processos são lentos, ao passo que decisões se apoiam mais na experiência ou na intuição do que em dados. Pouco é investido em algoritmos e sistemas capazes de otimizar tempo e recursos. E quando se trata de capacitação para explorar essas ferramentas, o atraso é ainda maior — o ensino superior segue formando profissionais para um mercado que já não existe mais.  Fato é que enquanto o mercado laboral exige adaptação imediata, a educação não consegue acompanhar esse ritmo. Muitos cursos permanecem presos a modelos defasados, e as universidades continuam preparando alunos para funções em declínio. O resultado é uma geração que ingressa no mercado sem domínio prático das ferramentas que poderiam promover a produtividade. Assim, mesmo quando tecnologias modernas estão disponíveis, acabam sendo mal ou subutilizadas.  Um levantamento recente apontou que apenas 13% das empresas brasileiras incorporaram sistemas automatizados em suas rotinas. Dentre esses negócios, predominam as grandes corporações. Já as pequenas e médias lidam com obstáculos como crédito caro, burocracia, limitações de infraestrutura, baixa familiaridade com tecnologia e carência de políticas públicas de apoio.  Outro entrave é a visão de muitos empresários sobre inovação. Em vez de enxergar a tecnologia como investimento estratégico, ainda há quem a trate como custo adicional ou ameaça. Essa postura conservadora reduz investimentos, dificulta parcerias e freia avanços. Enquanto isso, países vizinhos, como Chile e Uruguai, já colhem resultados de uma postura mais pragmática e aberta à modernização. Apesar das barreiras, sinais de mudança começam a surgir. Startups brasileiras vêm se destacando em áreas como Educação, Saúde e Logística, criando soluções criativas e eficientes. Além disso, o País figura entre os maiores usuários de plataformas digitais no mundo, revelando interesse e demanda. O desafio é transformar esse uso espontâneo em ganho real de produtividade — o que exige planejamento, investimento e visão de longo prazo. Produtividade não se trata de trabalhar mais, mas trabalhar melhor, com estratégia, inteligência e suporte técnico. Nesse aspecto, o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer. Para crescer de forma sustentável, reduzir desigualdades e competir de fato no cenário mundial, é fundamental colocar a tecnologia no centro da agenda econômica. Link Original

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Esquema milionário de fraudes é alvo de operação da PF

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (21), com apoio da Caixa Econômica Federal, a segunda fase da Operação Oasis 14 para desarticular organização criminosa responsável por fraudes contra o sistema financeiro e programas sociais. A ação cumpre 26 mandados de prisão e 28 de busca e apreensão em cidades do Rio de Janeiro e em São Paulo. O prejuízo total estimado é de R$ 110 milhões. As investigações começaram em maio de 2024 e revelaram um esquema sofisticado de fraudes financeiras. Mais de 330 empresas de fachada estavam sob controle da organização criminosa, que também contou com a participação de seis funcionários da Caixa Econômica Federal e quatro de instituições bancárias privadas. Segundo a Polícia Federal, o grupo utilizava documentos falsos e incluía pessoas de baixa renda como “laranjas” em empresas fictícias. Também foram identificados “sócios fantasmas” usados para dar aparência de legalidade às operações. Empresas fictícias e operações fraudulentas O esquema incluía a simulação de movimentações financeiras e o uso de imóveis reais como fachada para negócios inexistentes. Houve ainda a abertura de contas bancárias e a obtenção de empréstimos com apoio de funcionários de bancos envolvidos na fraude. A atuação conjunta com a Caixa Econômica Federal possibilitou cruzamento de informações e rastreamento de operações suspeitas. Apenas na instituição, foram identificadas cerca de 200 operações de crédito fraudulentas, com prejuízo de pelo menos R$ 33 milhões documentados. O impacto total sobre o sistema financeiro nacional é estimado em R$ 110 milhões. A investigação contou com a participação da Corregedoria da Caixa e da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção à Fraude do banco. O trabalho em conjunto permitiu mapear conexões entre empresas fictícias, contas bancárias e movimentações financeiras incompatíveis com a atividade declarada. O foco da operação é interromper a atuação da organização criminosa e recuperar parte dos valores desviados. Cidades alvo da operação Os 28 mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas seguintes cidades: Niterói (RJ): 10 São Gonçalo (RJ): 8 Rio de Janeiro (RJ): 4 Nova Friburgo (RJ): 2 São Pedro da Aldeia (RJ): 1 Saquarema (RJ): 1 Itaboraí (RJ): 1 São Paulo (SP): 1 Durante buscas em São Pedro da Aldeia, a Polícia Federal apreendeu um revólver com seis munições na residência de um dos investigados. O suspeito foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, além de já estar sujeito ao mandado judicial. Até o momento, 14 prisões foram confirmadas. Ao todo, a operação prevê o cumprimento de 26 mandados de prisão em diferentes municípios. A Polícia Federal segue com diligências para localizar os demais alvos e aprofundar a análise das provas apreendidas, que incluem documentos, dispositivos eletrônicos e registros bancários. Impactos das fraudes identificadas O prejuízo de R$ 110 milhões ao sistema financeiro nacional afeta diretamente recursos destinados a programas sociais e compromete a confiança em operações de crédito. Fraudes desse tipo oneram não apenas bancos públicos e privados, mas também aumentam os custos do sistema financeiro, com reflexos em juros e acesso ao crédito para cidadãos e empresas. Para o setor contábil, a identificação de práticas criminosas como uso de empresas fictícias e manipulação de dados fiscais reforça a importância da conformidade tributária e da auditoria independente. A Polícia Federal continuará a análise de dados obtidos na operação, que devem revelar novas ramificações da organização criminosa. O material apreendido servirá para identificar responsáveis, recuperar valores desviados e fortalecer mecanismos de prevenção a fraudes. As informações também poderão subsidiar futuros processos administrativos e judiciais contra envolvidos, incluindo agentes públicos e privados que colaboraram com o esquema. A segunda fase da Operação Oasis 14 representa um marco no combate às fraudes financeiras que envolvem empresas de fachada, laranjas e a participação de funcionários bancários. O prejuízo já identificado reforça a necessidade de controles mais rígidos e monitoramento contínuo do sistema de crédito. Com investigações em andamento e prisões em curso, a expectativa é que novas etapas permitam não apenas a responsabilização dos envolvidos, mas também a prevenção de futuros esquemas que impactem a economia e programas sociais. Link Original

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Nova calculadora da Receita ajuda empresas a entender custos da Reforma Tributária! Tire suas dúvidas sobre o tema

Os profissionais contábeis e empresários já podem utilizar gratuitamente uma ferramenta prática para entender melhor os efeitos da reforma tributária em seus negócios. Trata-se da Calculadora da Reforma Tributária, lançada pela Receita Federal, que permite fazer um cálculo padronizado da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e do Imposto Sobre Serviços (ISS). A calculadora foi desenvolvida para oferecer clareza em um momento de grande incerteza, já que a reforma tributária está em fase de implementação e tem gerado dúvidas tanto entre contribuintes quanto entre especialistas da área contábil. Até então, a ferramenta era restrita apenas aos participantes do projeto piloto da CBS, mas agora ela passa a ser de uso público, gratuito e com código aberto. Com a novidade, a Receita Federal amplia o acesso à lógica de cálculo tributário padronizado, promovendo mais transparência, segurança jurídica e aderência técnica às normas da nova legislação. Para ajudar os contribuintes a entenderem melhor o uso e os efeitos da calculadora da Reforma Tributária,  o Portal Contábeis realizará na próxima quarta-feira (27), às 15h, uma live gratuita com o especialista tributário Anderson Souza  para explorar mais sobre este tema de grande relevância para a classe contábil e empresarial. Os profissionais poderão conferir dicas, possíveis impactos e tirar dúvidas em tempo real sobre a Calculadora da Reforma Tributária com o articulista do Portal Contábeis, professor, palestrante, empresário contábil especialista na área fiscal e tributária, Anderson Souza, que também é um dos nomes confirmados no CONBCON 2025. Este encontro faz parte das lives de aquecimento para o CONBCON 2025, congresso online e gratuito realizado pelo Portal Contábeis, que acontece entre 22 e 26 de setembro. Serão quatro encontros antes do congresso que contarão com a participação de especialistas já confirmados em nosso evento. Não perca a chance de participar da nossa primeira live de aquecimento do CONBCON 2025 na próxima quarta-feira (27) com Anderson Souza, empresário contábil e especialista na área fiscal e tributária.  Clique aqui para garantir a sua participação. Confira o cronograma completo das lives de aquecimento do CONBCON 2025: 27/08 – Calculadora da Reforma Tributária com Anderson Souza 03/09 – Tudo sobre eSocial com Pollyana Tibúrcio e Guilherme Santos 10/09 – Painel sobre o papel dos contadores na Reforma Tributária com Ana Paula Haskel e Lucas Morais 17/09 – Difal na Reforma Tributária Inscreva-se gratuitamente para as nossas lives de aquecimento e também para o CONBCON 2025! Link Original

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Inteligência Artificial redefine estratégias de fiscalização no setor público

A aplicação da Inteligência Artificial (IA) vem transformando a atuação dos órgãos de controle no Brasil, ao ampliar a capacidade de análise de dados e fortalecer a fiscalização de recursos públicos. Com o uso de algoritmos, tribunais de contas conseguem examinar grandes volumes de informações, identificar padrões, detectar possíveis fraudes e antecipar riscos em processos de contratação e licitação. No Tribunal de Contas da União (TCU), a adoção dessas ferramentas já é realidade. A Corte desenvolveu sistemas como o ALICE (Análise de Licitações e Editais) e o ChatTCU, uma IA generativa voltada para uso interno, que apoia atividades de leitura de documentos e pesquisas jurídicas. A expectativa é que soluções desse tipo tornem o trabalho dos auditores mais ágil, transparente e preventivo. A incorporação da IA representa um novo modelo de fiscalização, em que o controle deixa de ser apenas reativo e passa a atuar de forma proativa. Tecnologias baseadas em aprendizado de máquina permitem integrar informações de diferentes fontes, como o Diário Oficial, aprimorando a detecção de irregularidades e a tomada de decisão. Apesar dos avanços, especialistas apontam que a consolidação desse processo depende de profissionais qualificados e de políticas claras sobre ética e segurança no uso dos dados. A afirmação foi feita durante o Encontro Nacional de Tecnologia e Inovação das Instituições de Controle – Enastic Controle 2025. Para Ademir Piccoli, advogado, ativista de inovação e CEO do J.Ex, a transformação digital não deve começar pela aquisição de ferramentas, mas pela clareza sobre quais problemas precisam ser resolvidos. “Antes de investir em IA, precisamos entender onde ela realmente faz diferença. É preciso dar um passo atrás, entender o contexto e preparar as pessoas para usarem a tecnologia de forma estratégica. É preciso primeiro compreender o porquê do algoritmo, de onde ele vem e quais problemas ele pode ajudar a resolver no dia a dia. Antes de investir em tecnologia, é fundamental investir na mudança de mindset”, afirmou o especialista. De acordo com pesquisa da Economist Impact, os principais usos da IA atualmente no setor público brasileiro são em análise de dados e análises preditivas (58% dos entrevistados), seguidos por segurança cibernética e prevenção de fraudes (46%). O levantamento também mostra que o uso da IA no setor público ainda está em estágio inicial, mas deve se expandir para áreas como atendimento ao cidadão e automação de processos, consolidando-se como eixo central da modernização do Estado. Com informações do portal do TCU. Fonte: IT Comunicação Integrada Link Original

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