Novidades

Novidades

Todo MEI deve entregar a DASN até 31 de maio mas nem todos precisam fazer IRPF 2025; entenda

A próxima semana deve ser cheia de obrigações para o Microempreendedor Individual (MEI) já que o prazo da entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) acaba no dia 31 de maio – documento obrigatório para todos os MEIs, inclusive os sem faturamento – e ainda tem o fim do prazo do Imposto de Renda 2025, obrigação que deve ser cumprida por alguns dos MEIs. Por que nem todos os MEIs devem entregar o IRPF? Embora todos os MEIs sejam obrigados a fazer a DASN-SIMEI, sem exceção, isso não significa que todos eles estejam automaticamente obrigados a declarar o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Isso acontece porque o IR é uma obrigação do titular do MEI como pessoa física, e nem todos são obrigados a entregá-lo. Assim, é importante lembrar que o cidadão tem obrigações como pessoa jurídica, da sua empresa, como microempreendedor, que é a DASN-SIMEI, e também tem obrigação como pessoa física, CPF, para prestar contas com a Receita Federal, que seria o IRPF. Para saber se o MEI precisa fazer a declaração do IRPF, é necessário verificar se ele se enquadra em algum dos critérios de obrigatoriedade deste ano. Se sim, ele deve fazer a declaração do Imposto de Renda até o dia 30 de maio deste ano. Confira as regras de obrigatoriedade do IRPF 2025: Quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 no ano, incluindo salários, aposentadorias, pensões e aluguéis; Quem recebeu rendimento isento, não tributável ou tributado exclusivamente na fonte superior a R$ 200 mil; isso inclui o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), seguro-desemprego, doações, heranças, PLR e rendimentos de investimentos; Inclui obrigatoriedade para quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei nº 14.973/2024); Inclui obrigatoriedade para quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos (Lei nº 14.754/2023). Quem teve ganho de capital vendendo bens ou direitos sujeitos a pagamento do IR; Quem possui bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro de 2024; Quem teve receita de atividade rural acima de R$ 164.440,00; Passou  à  condição  de  residente  no  Brasil  em  qualquer  mês  e  nessa  condição; Optou por declarar bens e direitos no exterior detidos pela entidade controlada, se for titular de trust, ou desejar atualizar o valor do mercado de bens que estão no exterior. Quem realizou operações na bolsa de valores (venda de ações a partir de R$ 40 mil); Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto; Realizou operações de alienação em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil e com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência de imposto; Optou  pela  isenção  do  Imposto  sobre  a  Renda  incidente  sobre  o  ganho  de  capital auferido  na  venda  de  imóveis  residenciais,  caso  o  produto  da  venda  seja  aplicado  na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005. Mesmo que não esteja obrigado, o MEI pode declarar o IRPF de forma voluntária, especialmente se for necessário comprovar renda, movimentação financeira ou regularizar a situação cadastral. Como saber quanto declarar como rendimento no IRPF? Para quem está obrigado a declarar o IRPF, é fundamental saber como informar os rendimentos obtidos como MEI. Isso envolve separar o faturamento da empresa entre: Lucro isento (parte isenta de imposto, baseada em percentuais conforme a atividade); Rendimento tributável (parte excedente ao lucro presumido, considerada salário). Esse cálculo pode ser complexo, e a recomendação é que o MEI busque orientação de um contador para preencher corretamente os campos da declaração de IRPF. DASN-SIMEI: obrigação exclusiva do MEI como empresa A Declaração Anual do Simples Nacional do MEI (DASN-SIMEI) é a prestação de contas da empresa, ou seja, corresponde à movimentação do CNPJ ao longo de 2024. Nessa declaração, o MEI deve informar o faturamento bruto anual e se contratou funcionários. Mesmo que o MEI não tenha tido faturamento no ano, é obrigatório enviar a declaração até o prazo estabelecido pela Receita Federal de 31 de maio. O limite de faturamento para o MEI em 2024 é de R$ 81 mil, proporcionais ao tempo de atividade no ano. O não envio da DASN-SIMEI dentro do prazo gera multa mínima de R$ 50, além do risco de ficar com o CNPJ inapto, o que impede a emissão de notas fiscais, obtenção de crédito, e até a formalização de aposentadoria. Link Original

Novidades

Greve dos auditores-fiscais da Receita Federal chega a 170 dias e segue sem previsão de acabar; veja prejuízos da paralisação

A greve dos auditores-fiscais da Receita Federal completa 170 dias nesta semana, sem qualquer perspectiva de acordo com o governo. Iniciada em 26 de novembro de 2024, a paralisação — motivada pela ausência de reajustes salariais — já provocou prejuízos bilionários ao comércio exterior e acende o alerta para uma possível crise estrutural. Entre os efeitos imediatos está o atraso na liberação da declaração pré-preenchida do Imposto de Renda, ocorrido em março. No entanto, os impactos se estendem por diversos setores da economia, especialmente os que dependem da regularidade aduaneira, como o farmacêutico, automotivo e alimentício. Com a lentidão nos procedimentos da Receita, o Brasil perde competitividade frente a países como Chile e Colômbia, que possuem sistemas aduaneiros mais eficientes e ágeis, podendo atrair investimentos que, até então, viriam ao Brasil. O especialista em comércio exterior, Jackson Campos, explicou ao Jornal Extra que a falta de iniciativa do governo para resolver a paralisação é sistêmica e pode gerar perdas de até R$ 40 bilhões até o fim de 2025. Apenas até março deste ano, as perdas em arrecadação já somam cerca de R$ 14,6 bilhões devido à operação-padrão adotada pelos servidores. Atrasos e prejuízos logísticos A greve tem afetado diretamente a liberação de mercadorias que exigem fiscalização para entrar no país, gerando atrasos logísticos e prejuízos milionários. Empresas que operam no comércio exterior enfrentam custos adicionais com cargas paradas e precisam renegociar prazos e contratos com parceiros internacionais. “Com a lentidão nos trâmites aduaneiros, o Brasil está perdendo atratividade e corre o risco de sofrer com o desabastecimento de produtos”, alerta Campos. Além disso, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) acumula cerca de R$ 51 bilhões em processos tributários parados, agravando a insegurança jurídica e fiscal. A greve também pode comprometer o cronograma da reforma tributária, prevista para 2026, e afetar os prazos da restituição do Imposto de Renda. O que reivindicam os auditores? A principal demanda dos auditores-fiscais é a recomposição salarial, diante de perdas acumuladas de cerca de 28% nos últimos anos. Eles também criticam mudanças nas regras de pagamento do bônus de eficiência da categoria. Mesmo com a gravidade do cenário, a última reunião entre o Sindifisco Nacional — entidade que representa os auditores — e o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, realizada no dia 14, terminou sem avanços ou propostas concretas. Com informações Jornal Extra Link Original

Novidades

Receita Federal vai prorrogar prazo do Simples Nacional

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e a Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis (Fenacon) encaminharam, na noite de terça-feira (20), um ofício à Receita Federal solicitando a prorrogação de prazos para entrega da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), dos tributos do Simples Nacional e das obrigações acessórias com vencimento na mesma data. A solicitação foi motivada por instabilidades nos sistemas da Receita Federal, com destaque para o ambiente do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), que apresentou falhas ao longo do dia. A situação comprometeu o acesso dos profissionais contábeis e dos contribuintes aos serviços essenciais para o cumprimento das obrigações fiscais. Prazos do IRPF e Simples Nacional em destaque A declaração do IRPF 2025, ano-base 2024, continua com prazo final mantido até 30 de maio, conforme o último comunicado da Receita Federal. Já as obrigações relacionadas ao Simples Nacional, com vencimento em 20 de maio, serão prorrogadas. A nova data ainda não foi oficialmente divulgada. A Receita Federal afirmou que está avaliando o pedido protocolado pelas entidades e que publicará, em breve, uma Instrução Normativa detalhando os ajustes nos prazos, especialmente para o Simples. Instabilidade no sistema e-CAC compromete entregas Diversos relatos de instabilidade no e-CAC foram registrados em canais oficiais e redes sociais ao longo da terça-feira. A plataforma, responsável por centralizar serviços como emissão de DARFs, envio de declarações e consulta a pendências, ficou indisponível ou com lentidão acentuada durante o período de maior demanda. A falha técnica ocorreu justamente na véspera do prazo para diversas entregas fiscais, gerando preocupação na classe contábil e nos contribuintes. O CFC e a Fenacon destacaram que a instabilidade inviabilizou o trabalho regular dos escritórios de contabilidade. Impacto para profissionais contábeis e empresas A indefinição quanto à nova data gera incertezas para os escritórios contábeis, que enfrentam um dos períodos mais intensos do ano devido às entregas simultâneas de declarações fiscais. A prorrogação é vista como necessária para evitar penalidades por descumprimento de prazos não cumpridos por motivos alheios à vontade dos contribuintes. Segundo dados da Receita, até 20 de maio foram entregues cerca de 32 milhões de declarações do IRPF, de um total estimado de 43 milhões. A falha nos sistemas compromete o cumprimento da meta de arrecadação e a regularidade fiscal de milhões de brasileiros. CFC e Fenacon aguardam resposta oficial As entidades ressaltaram, em nota conjunta, que darão ampla publicidade à decisão da Receita Federal tão logo haja uma definição. Enquanto isso, recomendam que os profissionais contábeis aguardem a publicação da nova Instrução Normativa antes de emitir guias de recolhimento como o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF). Histórico de instabilidades e medidas anteriores Não é a primeira vez que falhas nos sistemas da Receita geram impactos significativos. Em anos anteriores, a autarquia já prorrogou prazos em função de problemas técnicos e operacionais, especialmente durante períodos de alta demanda. Em 2023, por exemplo, o prazo do IRPF foi estendido por cinco dias devido a dificuldades técnicas semelhantes. Especialistas destacam que o investimento em infraestrutura digital é fundamental para evitar recorrências. Orientação ao contribuinte Enquanto a Receita Federal não divulga oficialmente a nova data para o Simples Nacional, é recomendado que contribuintes e contadores não emitam novos DARFs. Além disso, é aconselhável manter os documentos fiscais organizados e acompanhar os canais oficiais do CFC, Fenacon e da Receita. Para mais informações sobre o IRPF e outras obrigações fiscais, acesse nossa página especial sobre o Imposto de Renda ou confira outras notícias no Portal Contábeis. A instabilidade no sistema e-CAC gerou um movimento conjunto do CFC e da Fenacon para solicitar a prorrogação de prazos fiscais. A Receita confirmou que os tributos do Simples Nacional serão adiados, mas manteve o prazo do IRPF até o momento. Profissionais da contabilidade devem acompanhar as atualizações e aguardar a nova Instrução Normativa para regularizar pendências. Fique atento às atualizações oficiais e oriente seus clientes com base em informações seguras. Acesse diariamente o Portal Contábeis para notícias, opiniões técnicas e ferramentas exclusivas para o setor contábil. “` Link Original

Novidades

Reforma do IR cria apenas imposto mínimo, diz governo

O governo federal propôs, por meio do PL 1087/2025, uma reforma no Imposto de Renda que prevê isenção para contribuintes com renda mensal de até R$ 5 mil, a partir de 2026. A medida foi apresentada pelo secretário de Reformas Econômicas, Marcos Barbosa Pinto, durante audiência na comissão especial da Câmara dos Deputados. Segundo o secretário, a proposta terá um custo de R$ 25 bilhões anuais. Corrigir toda a tabela, no entanto, teria impacto de R$ 100 bilhões, o que foi considerado inviável pelo Ministério da Fazenda. Tributação de dividendos como fonte de compensação Para financiar a isenção, o governo pretende implementar uma alíquota mínima de até 10% sobre lucros e dividendos recebidos por sócios de empresas. Em 2023, esses rendimentos somaram cerca de R$ 1 trilhão, segundo dados do pesquisador do Ipea, Sérgio Gobetti. O projeto prevê que 80% dos beneficiários de dividendos não serão atingidos pela nova tributação, pois estão abaixo do limite de R$ 600 mil anuais. Marcos Pinto argumentou que, hoje, o IR é regressivo: “Uma professora de escola pública paga mais imposto, proporcionalmente, do que um bilionário”. Críticas e preocupações com impacto econômico O relator do projeto, deputado Arthur Lira (PP-AL), cobrou dados detalhados do governo sobre as estimativas de arrecadação e perdas, especialmente para estados e municípios. Marcos Pinto respondeu que os dados estão atrasados devido à greve dos servidores da Receita Federal, mas estimou perdas de R$ 2 bilhões que poderiam ser negociadas. Gustavo Brigagão, professor da FGV, alertou que a tributação de dividendos pode desestimular investimentos, aumentar a informalidade e provocar fuga de capital. Ele defendeu que o governo corte incentivos em vez de elevar tributação e sugeriu usar como teto a alíquota do IRPF, de 27,5%. Desigualdade e distribuição da renda O secretário da Fazenda destacou a necessidade de tornar o IR mais progressivo. Atualmente, a alíquota efetiva cresce até a faixa de R$ 25 mil mensais (13%) e depois cai, chegando a 4,7% para rendas acima de R$ 1 milhão mensais. Guilherme Martins, professor da Universidade de Leeds, afirmou que, nos países desenvolvidos, o 1% mais rico detém 5% da renda nacional, enquanto no Brasil esse grupo detém 21%. Quem será afetado pela tributação O pesquisador Sérgio Gobetti avaliou a proposta como “tímida”, pois afetaria apenas 0,3% dos contribuintes, com rendas mensais acima de R$ 86 mil. Segundo ele, esse grupo paga atualmente 2,6% de IR em média. Profissionais liberais no Simples Nacional também seriam atingidos, mas apenas 47 mil dos 2,2 milhões declarantes. Reações e debate no Congresso O projeto segue em discussão na comissão especial, com a expectativa de ajustes e novas estimativas fiscais. Deputados cobram transparência nas simulações de impacto e avaliam os efeitos sobre arrecadação, investimentos e federação. A proposta de reforma do IR tenta corrigir distorções históricas na tributação da renda, equilibrando a carga tributária entre diferentes faixas de contribuintes. Ainda em debate, a iniciativa busca tornar o sistema mais justo e eficiente, mas enfrenta resistências no meio empresarial e político. Link Original

Novidades

LGPD e Gestão de RH

A conformidade com a LGPD é crucial para a gestão de RH, especialmente no que diz respeito à segurança de dados dos funcionários. Confira como a Silvestrin pode ajudar sua empresa a se manter em conformidade: ➡ Proteção de Informações Pessoais: Desafio: Manter a segurança e a privacidade dos dados dos colaboradores. Solução: Implementamos sistemas de segurança robustos que incluem criptografia de dados e controle de acesso rigoroso, garantindo que apenas pessoas autorizadas possam acessar informações sensíveis. ➡ Transparência e Consentimento: Desafio: Garantir que os funcionários estejam cientes de como seus dados são usados. Solução: Desenvolvemos políticas claras de privacidade e processos de consentimento, assegurando que todos os colaboradores estejam informados sobre como seus dados são coletados, armazenados e utilizados. Isso promove confiança e transparência dentro da empresa. ➡ Conformidade Contínua: Desafio: Acompanhar as constantes mudanças na legislação de proteção de dados. Solução: Nossa equipe jurídica especializada oferece consultoria contínua para garantir que suas práticas de gestão de dados estejam sempre em conformidade com a LGPD. Isso inclui a realização de auditorias regulares e a atualização de políticas conforme necessário. Um dos maiores desafios da adequação da área de Recursos Humanos à LGPD está na gestão do ciclo de vida dos dados pessoais – especialmente no que diz respeito ao armazenamento e à retenção das informações. A LGPD determina que os dados devem ser armazenados com segurança e mantidos apenas pelo tempo necessário ao cumprimento de sua finalidade legal ou contratual. No contexto do RH, isso significa que dados de candidatos, colaboradores e ex-funcionários devem ter prazo de retenção previamente definido. Por exemplo, currículos de candidatos não contratados só devem ser armazenados com consentimento, e por tempo limitado (normalmente 6 a 12 meses). Já os dados de ex-colaboradores precisam ser mantidos por períodos mais longos, devido a exigências legais trabalhistas, previdenciárias e fiscais — podendo chegar a até 20 anos, dependendo do tipo de informação. Além disso, o armazenamento deve seguir práticas de segurança da informação, com sistemas protegidos contra acessos não autorizados, perda, vazamento ou manipulação indevida. O uso de criptografia, controle de acesso e backups regulares é altamente recomendado. Outro ponto essencial é a rastreabilidade: o RH deve saber onde cada tipo de dado está armazenado (em servidores internos, nuvem, arquivos físicos, e-mails etc.), e manter registros de quem acessa essas informações e com qual finalidade. A ausência desse controle pode configurar violação à LGPD, mesmo que não haja má-fé. Portanto, armazenar e reter dados de forma adequada exige mais do que organização — requer uma governança de dados eficaz, com políticas claras, treinamento da equipe de RH e suporte contínuo das áreas de TI e jurídica. Link Original

Novidades

Tecnologia e segurança do trabalho na América Latina

Recentemente foi celebrado o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, uma data fundamental para refletir sobre a importância de proteger as pessoas como pilar fundamental na produtividade e eficiência de qualquer indústria e empresa na América Latina. As indústrias latino-americanas, em particular, além dos incidentes de trabalho, enfrentam contínuos desafios de segurança e o impacto dos desastres naturais. Antecipar todos esses cenários não é uma tarefa fácil para as empresas que não podem parar, por isso começaram a priorizar ferramentas para proteger seus profissionais, não apenas por cumprimento normativo, mas como algo essencial para proteger seu capital humano. Muitas empresas em indústrias como varejo, transporte, logística e o turismo, e especialmente em indústrias críticas como mineração, petróleo e serviços públicos, estão adotando uma nova abordagem e uma mudança cultural na qual a segurança dos profissionais está intrinsecamente relacionada à estratégia empresarial, e a tecnologia desempenha um papel fundamental para garantir essa continuidade e a tão necessária competitividade. Como contexto, a indústria manufatureira contribui com uma parcela significativa para o PIB e emprega uma parte considerável da população ativa, contribuindo para o desenvolvimento econômico regional. No entanto, os riscos ocupacionais continuam sendo um desafio importante. Indústrias como construção, agricultura, mineração e as atividades de extração de recursos naturais, a indústria energética e a pesca estão entre os setores com as maiores taxas de acidentes de trabalho. Particularmente na mineração, os indicadores de mortalidade correspondem a 6,9 mortes a cada 100.000 profissionais[1]. Em 2024, o Brasil registrou cerca de 742,2 mil notificações de acidentes de trabalho, conforme dados em apuração pela Previdência Social. Esses eventos resultaram na concessão de 6,5 mil aposentadorias por invalidez e 180,3 mil auxílios-doença também relacionados ao trabalho – um impacto altamente significativo para estesesses brasileiros no aspecto físico, psicológico e financeiro. Para continuar este caminho onde as pessoas e os locais de trabalho são o centro das atividades econômicas, a inovação tecnológica deve continuar com foco na segurança, na ergonomia e na prevenção. A tecnologia pode nos ajudar a detectar o cumprimento dos padrões e a dar alertas em tempo real quando alguém ou algo se desvia do que é normal e estabelecido para a segurança no local de trabalho. Desde comunicações claras entre dispositivos em locais críticos, “wearables” com capacidades de IoT industrial, dispositivos de vídeo móveis para assistência remota e evidências, acessórios ergonômicos para facilitar o movimento e a agilidade nos serviços, sensores de emergência para detectar incêndios, controle de acesso com biometria, drones e robôs para realizar tarefas de alto risco; essas tecnologias ajudam a proteger os profissionais e, ao mesmo tempo, permitem que as empresas tomem melhores decisões e respondam de forma eficaz em emergências para evitar a escalada de riscos ainda maiores. Investimento ou gasto em segurança?A adoção de tecnologias avançadas que apoiam os profissionais em suas tarefas, juntamente com a avaliação constante dos riscos e a promoção de uma cultura de segurança, é fundamental para melhorar a proteção das pessoas e a continuidade operacional das empresas e indústrias na América Latina. “Sem dúvida, ainda existem barreiras importantes, como a exclusão digital, o emprego informal e até mesmo a falta de consciência sobre a importância de um ambiente de trabalho seguro ou a resistência à mudança. No entanto, os investimentos em um ambiente de trabalho seguro demonstraram que não apenas protegem vidas, mas melhoram a qualidade de vida no trabalho, reduzem o absenteísmo, promovem maior engajamento com a empresa e otimizam a produtividade e a sustentabilidade da indústria na região da América Latina”, diz Luis Rocha, diretor de Vendas para Canais da Motorola Solutions. [1] OIT, Organização Internacional do Trabalho. Fonte: Motorola Solutions Link Original

Novidades

Eficiência no Departamento Pessoal

Otimizar processos no departamento pessoal é essencial para garantir eficiência operacional e satisfação dos colaboradores. Aqui estão três dicas práticas para alcançar essa otimização: ➡Automatização de Tarefas Repetitivas:Implemente sistemas de automação para lidar com tarefas rotineiras, como cálculos de folha de pagamento e registro de horas. Isso não apenas economiza tempo, mas também reduz erros humanos. ➡Integração de Sistemas:Assegure a integração entre diferentes sistemas, como o de folha de pagamento e o de gestão de benefícios. Isso elimina redundâncias, minimiza erros de entrada de dados e melhora a consistência das informações. ➡Capacitação e Treinamento Contínuo:Mantenha a equipe atualizada com as últimas práticas e regulamentações. Investir em capacitação contínua não só aprimora as habilidades da equipe, mas também contribui para a conformidade legal e a eficiência operacional. A eficiência no Departamento Pessoal é fundamental para o bom funcionamento de qualquer empresa. Esse setor é responsável por atividades essenciais como admissão e demissão de colaboradores, controle de ponto, folha de pagamento, férias, benefícios, encargos sociais e cumprimento das obrigações trabalhistas. Quando o Departamento Pessoal opera com eficiência, há redução de erros, otimização de tempo e garantia do cumprimento da legislação, o que evita multas e passivos trabalhistas. Investir em tecnologia, como sistemas de gestão integrados (ERP), e na capacitação da equipe são estratégias indispensáveis para melhorar os processos. A automatização de tarefas rotineiras permite que o time dedique mais tempo à análise de dados e à tomada de decisões estratégicas, promovendo uma gestão mais assertiva e alinhada com os objetivos da organização. Além disso, a eficiência nesse setor contribui para uma boa experiência dos colaboradores, que recebem seus direitos corretamente e em dia. Isso fortalece o clima organizacional e aumenta a confiança na empresa. Contar com parceiros especializados, como empresas de terceirização de Departamento Pessoal, também pode ser uma alternativa para alcançar excelência nos processos. Em resumo, um Departamento Pessoal eficiente é sinônimo de segurança jurídica, economia e valorização do capital humano. Link Original

Novidades

Compliance trabalhista: entenda a importância para empresas

De forma geral, estar em compliance significa adotar um conjunto de práticas que garantem a conformidade com as leis, regulamentos e padrões éticos aplicáveis aos negócios de uma empresa. O compliance atua como um guia para que a empresa saiba como agir em situações desafiadoras, mantendo sempre a integridade e o respeito às leis. Sendo assim, o conjunto de práticas de compliance é essencial para qualquer empresa, independente do seu porte, e pode ser adotado em qualquer setor da organização, no qual existam leis, regulamentos, normas ou padrões éticos a serem seguidos, como, por exemplo: compliance fiscal e tributário, ambiental, anticorrupção, trabalhista, etc. Nesse sentido, o compliance trabalhista visa que a empresa esteja operando de acordo com a legislação trabalhista, garantindo o cumprimento dos direitos dos trabalhadores, desde o recrutamento e seleção do profissional até eventual rescisão do contrato de trabalho, além de adoção de boas práticas de ética e transparência no ambiente corporativo. Na prática, a implementação do compliance trabalhista engloba desde o mapeamento minucioso de todos os procedimentos internos relacionados às rotinas trabalhistas, passando pela criação de políticas, treinamento e capacitação de gestores e trabalhadores, criação de canais de comunicação e denúncia para os colaboradores, até o monitoramento regular da eficácia do programa, tudo devidamente registrado e documentado. A adoção do compliance trabalhista não é apenas uma questão de cumprir a lei. As vantagens para a empresa vão bem além disso. Citamos algumas delas. Em primeiro lugar, essas práticas auxiliam muito no sentido de evitar ou minimizar riscos de enfrentar ações trabalhistas e/ou de pagar multas. Outra vantagem de extrema relevância é a solidificação da imagem da empresa. Empresas que cumprem com suas obrigações trabalhistas se tornam mais confiáveis, ganhando o respeito, não só dos seus próprios colaboradores, como também do mercado, dos seus clientes e, até mesmo, de possíveis investidores. Além disso, o compliance bem implementado melhora o clima organizacional. Isso resulta em redução de conflitos, de rotatividade, além de gerar maior engajamento, comprometimento e produtividade por parte dos trabalhadores, o que implica na otimização dos resultados da empresa, como um todo, melhorando a qualidade de produtos e serviços. Por fim, e não menos importante, se a empresa é conhecida como verdadeiramente comprometida com o compliance trabalhista, ela se torna capaz de reter e atrair talentos, tendo em vista que, cada vez mais, os profissionais estão buscando empresas que não só respeitem seus direitos trabalhistas, como também preservem seu bem-estar físico e emocional. Portanto, a adoção do compliance trabalhista não deve ser encarada como um obstáculo ou um custo extra, mas sim como uma oportunidade de blindar os negócios da empresa contra riscos, de proteger seu futuro, fortalecer sua marca e reputação, e de criar um ambiente de trabalho mais ético e produtivo. O olhar cuidadoso para o maior ativo da empresa – que são as pessoas – é uma estratégia direcionada à construção de uma empresa mais ética, sustentável e, sobretudo, mais humana. Link Original

Novidades

Comodesenvolver um plano de cargos e salários

Como Desenvolver um Plano de Cargos e Salários: O plano de cargos e salários é uma ferramenta estratégica essencial para a estruturação de qualquer organização. Ele visa estabelecer, de forma clara, as funções existentes, os requisitos para cada cargo, as faixas salariais correspondentes e os critérios de progressão profissional. Implementar um plano bem estruturado contribui diretamente para a valorização dos colaboradores, o equilíbrio interno, a justiça salarial e o aumento da competitividade da empresa no mercado. O Que é um Plano de Cargos e Salários? Um plano de cargos e salários é um documento estruturado que define, organiza e alinha as funções, responsabilidades e faixas salariais de uma empresa. Ele serve como base para uma gestão de pessoas mais eficiente, transparente e justa. Entre os principais objetivos de um plano de cargos e salários, estão: Definir claramente os cargos existentes e suas atribuições; Estabelecer critérios para promoção e crescimento na carreira; Garantir a equidade salarial interna e a competitividade externa; Apoiar os processos de recrutamento, seleção e retenção de talentos; Aumentar a motivação e o engajamento dos colaboradores. Benefícios de um Plano de Cargos e Salários A adoção de um plano de cargos e salários traz uma série de vantagens estratégicas: Transparência: os colaboradores sabem o que é esperado e como podem crescer. Equidade interna: evita discrepâncias salariais injustificadas entre colaboradores. Atração e retenção de talentos: empresas com planos bem definidos são mais atrativas no mercado. Melhoria na avaliação de desempenho: permite vincular performance a remuneração e promoções. Base para políticas de remuneração variável e benefícios. Passo a Passo: Como Desenvolver um Plano de Cargos e Salários 1. Diagnóstico Organizacional Antes de iniciar a estruturação do plano, é fundamental conhecer a realidade da empresa: seu porte, número de colaboradores, áreas de atuação, estrutura hierárquica, cultura organizacional e estratégia de crescimento. Ações: Levantar informações sobre os cargos existentes; Identificar as funções e responsabilidades de cada área; Avaliar a estrutura de remuneração atual; Mapear problemas e lacunas na gestão de cargos e salários. 2. Levantamento dos Cargos Atuais O próximo passo é realizar um mapeamento completo dos cargos existentes na empresa, com base em entrevistas, questionários e observações. Ações: Elaborar formulários de descrição de cargos; Realizar entrevistas com ocupantes dos cargos e gestores; Validar as informações com os responsáveis diretos. 3. Elaboração das Descrições de Cargos Cada cargo deve ter uma descrição objetiva e padronizada, contemplando: Título do cargo; Área/setor; Resumo das atividades; Responsabilidades; Requisitos (formação, experiência, competências técnicas e comportamentais); Relação hierárquica (a quem se reporta e quem supervisiona, se for o caso). 4. Avaliação e Classificação dos Cargos Essa etapa consiste em classificar os cargos de acordo com critérios objetivos que determinem seu grau de responsabilidade, complexidade e contribuição para a empresa. Critérios comuns de avaliação: Conhecimento técnico exigido; Complexidade das tarefas; Nível de autonomia; Responsabilidade sobre pessoas, processos e recursos; Impacto nos resultados da empresa. A pontuação atribuída a cada critério resulta em uma hierarquização dos cargos, o que permitirá o agrupamento em faixas salariais compatíveis. Link Original

Novidades

Drawback: insumos nacionalizados têm isenção de tributos

O regime aduaneiro especial de drawback é um incentivo fiscal que visa estimular as exportações brasileiras. Ele permite a suspensão ou eliminação de tributos sobre insumos utilizados na fabricação de produtos exportados, reduzindo os custos de produção e aumentando a competitividade no mercado internacional. Suspensão de tributos para mercadorias nacionalizadas De acordo com a legislação vigente, mercadorias nacionalizadas também podem ser incluídas no regime de drawback. Isso significa que, ao adquirir no mercado interno matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem para uso em bens que serão exportados, a empresa pode ter suspensos os tributos de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS e Cofins. A previsão legal para esse benefício está fundamentada na Lei nº 10.833/2003, art. 59; Decreto nº 6.759/2009, art. 383; Lei nº 11.945/2009, art. 12; Instrução Normativa RFB nº 845/2008, arts. 1º e 2º; Portaria Conjunta RFB/SECEX nº 467/2010, art. 1º e Solução de Divergência Cosit nº 1/2020. Requisitos para a aplicação do drawback Para se beneficiar da suspensão de tributos, é necessário que os insumos adquiridos sejam efetivamente aplicados no processo de industrialização de produtos destinados à exportação. O regime é formalizado junto à Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), com acompanhamento da Receita Federal. Empresas interessadas devem registrar seus atos concessórios no sistema do governo federal e comprovar o cumprimento das condições exigidas, como exportação dentro do prazo e equivalência dos insumos utilizados. Impacto para indústrias exportadoras A possibilidade de incluir insumos nacionalizados no regime de drawback amplia o acesso ao benefício e favorece empresas que optam por adquirir parte de seus insumos no mercado interno. Com a suspensão dos tributos federais, essas companhias ganham em eficiência tributária e competitividade. Além de mitigar o custo fiscal, o mecanismo estimula o uso de insumos locais, o que também pode beneficiar a cadeia produtiva nacional. Importância de assessoria especializada Por envolver diversos normativos e exigências operacionais, o uso do regime de drawback requer acompanhamento contábil e fiscal qualificado. Profissionais da contabilidade devem orientar seus clientes quanto à elegibilidade, documentação exigida e prestação de contas ao Fisco. Referências legais Lei nº 10.833/2003, art. 59 Decreto nº 6.759/2009, art. 383 Lei nº 11.945/2009, art. 12 IN RFB nº 845/2008, arts. 1º e 2º Portaria Conjunta RFB/SECEX nº 467/2010, art. 1º Solução de Divergência Cosit nº 1/2020 O reconhecimento das mercadorias nacionalizadas no regime de drawback é uma importante ferramenta de apoio à exportação. A suspensão de IPI, PIS e Cofins permite às empresas maior margem de manobra para competir no mercado internacional, utilizando tanto insumos importados quanto nacionais. Link Original

Rolar para cima
Abrir bate-papo
Olá
Podemos ajudá-lo?