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Como PMEs podem usar as redes sociais para atrair clientes e aumentar o faturamento

O uso estratégico das redes sociais pode representar um diferencial competitivo importante para pequenas e médias empresas (PMEs) que desejam vender mais e consolidar sua presença no mercado. Mais do que simplesmente estar online, é fundamental entender onde está o público-alvo, como se comunicar com ele e o que evitar ao criar conteúdo. Confira caminhos práticos e acessíveis para empreendedores que querem transformar seus perfis digitais em verdadeiras vitrines de negócios. 1. Escolha as redes sociais certas para o seu público Antes de criar perfis em todas as plataformas, é essencial entender onde seu público realmente está. Usar múltiplas redes pode parecer estratégico, mas na prática, dispersa esforços se o cliente não está presente em todas. 2. Estruture bem o perfil da empresa Use palavras-chave ao lado do nome do perfil. Preencha a bio com descrição clara dos serviços e localização. Informe horários de funcionamento e, se aplicável, link da loja online. 3. Fixe um carrossel informativo como cartão de visitas Utilize o carrossel do Instagram para apresentar tudo que o cliente precisa saber: serviços, localização, clientes, depoimentos e formas de contato. 4. Publique com constância Manter uma frequência mínima de três postagens semanais evita queda no alcance e reforça a presença da empresa na memória do consumidor. 5. Tenha um cronograma de publicações Organizar datas, temas e canais das postagens garante coerência e fortalece o relacionamento com os seguidores. 6. Responda os comentários e interaja Responder comentários mostra atenção ao cliente e aumenta o engajamento. A interação é parte fundamental da estratégia de redes sociais. 7. Trabalhe com nano influenciadores Parcerias com influenciadores de até 10 mil seguidores podem ser mais eficazes e acessíveis. Avalie afinidade com a marca, tom de voz, qualidade do conteúdo e solicite o mídia kit antes de firmar parceria. 8. Crie conteúdo nativo para o TikTok Adapte o formato ao estilo da plataforma: vídeos verticais, com som e linguagem adequada. Conteúdo reciclado de outras redes tende a ter baixo desempenho. 9. Use hashtags e acompanhe tendências Ferramentas como o Creative Center do TikTok ajudam a identificar hashtags em alta e entender como o público se comunica na plataforma. 10. Avalie o uso de tráfego pago Investimentos pontuais podem impulsionar visibilidade e conversões. O importante é equilibrar conteúdo de valor com postagens promocionais para manter o interesse do público. Link Original

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Você já ouviu falar na escala Chronoworking? Veja regras legais para as empresas adotarem o modelo no Brasil

O modelo de trabalho conhecido como “chronoworking” — ou “cronotrabalho”, em português — tem ganhado visibilidade por propor que o funcionário trabalhe conforme seu próprio ritmo biológico, escolhendo os horários em que se sente mais produtivo. Apesar de prometer mais qualidade de vida e eficiência, a prática ainda não conta com regulamentação legal específica no Brasil. Criado pela jornalista britânica Ellen C. Scott, o conceito de chronoworking propõe uma abordagem mais flexível, sendo ideal para profissionais que atuam em regime remoto ou “anywhere office”. No entanto, a ausência de previsão legal obriga as empresas a estruturarem regras claras e compatíveis com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Empresas brasileiras começam a adotar o modelo Algumas companhias brasileiras já adotam o chronoworking, especialmente aquelas com estruturas flexíveis e cultura digital. A Everymind, empresa com mais de 500 colaboradores, permite que 90% dos funcionários escolham seus próprios horários. Segundo pesquisas internas, a flexibilidade é um dos pontos mais bem avaliados pelos colaboradores. A Homedock, loja de móveis e decoração, também aderiu ao modelo, embora algumas áreas como atendimento e logística ainda dependam de uma agenda fixa. Nos setores com maior autonomia, não há exigência de dias presenciais nem de horários específicos. Como alinhar o chronoworking à legislação trabalhista Apesar de sua proposta inovadora, o chronoworking exige conformidade com a CLT. A legislação atual determina: Jornada máxima de 8 horas diárias e 44 horas semanais; Possibilidade de até 2 horas extras por dia; Adicional noturno de 20% para atividades entre 22h e 5h; Intervalo mínimo de 11 horas entre jornadas (interjornada); Pausa obrigatória de pelo menos 1 hora em jornadas superiores a 6 horas. A advogada trabalhista Márcia Cleide Ribeiro alerta que o objetivo das regras é proteger o trabalhador. “É possível trabalhar menos, dependendo dos acordos coletivos, mas não mais sem controles adequados”, afirma. Flexibilidade contratual e limites legais Para que o chronoworking seja implementado de forma segura, é necessário que as condições estejam previstas em contrato de trabalho. Segundo a advogada Fabiana Fittipaldi, empresas podem conceder flexibilidade dentro de faixas horárias preestabelecidas. Por exemplo, permitir entrada entre 7h e 10h e saída até 22h. A especialista destaca a importância do artigo 468 da CLT, que determina que qualquer alteração contratual precisa de consentimento mútuo e não pode prejudicar o empregado. “A empresa pode prever em contrato que a flexibilidade pode ser revista por necessidade, desde que haja previsão expressa”, explica. Boas práticas para adotar o chronoworking Empresas interessadas em adotar o modelo devem seguir algumas recomendações: Definir regras claras no contrato de trabalho; Estabelecer limites mínimos e máximos de jornada; Monitorar o cumprimento da interjornada e dos intervalos obrigatórios; Garantir transparência no controle de horas; Adequar políticas de RH conforme o perfil dos profissionais. Além disso, é essencial alinhar os horários com liderança, equipe e agenda de clientes para evitar impactos na produtividade e na comunicação. O chronoworking é uma tendência crescente que visa dar mais autonomia ao trabalhador e melhorar seu desempenho. No entanto, sua adoção requer planejamento, segurança jurídica e respeito à legislação. Empregadores devem buscar apoio jurídico e contábil antes de implementar o modelo. Com informações do g1 Link Original

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Declaração de Saída Definitiva: como evitar problemas com o IR após mudança para o exterior

De acordo com os dados mais recentes do Ministério das Relações Exteriores (MRE), há cerca de 4,9 milhões de brasileiros e brasileiras residentes no exterior. Contudo, nem todos formalizaram sua saída do território nacional por meio da entrega da Declaração de Saída Definitiva do País. Esse descuido pode gerar consequências sérias no que diz respeito às obrigações fiscais, uma vez que deixar de cumprir esse procedimento obrigatório possibilita o acarretamento de multas, bitributação e problemas com o fisco brasileiro. Quando uma pessoa física deixa o país para viver no exterior, ela continua sendo considerada residente no Brasil para fins tributários por até 12 meses consecutivos após a data da saída. Passado esse período, caso não tenha feito a Comunicação e a Declaração de Saída, ela permanece sendo tratada como residente fiscal. Na prática, isso significa que continua sujeita à tributação do Imposto de Renda nos mesmos moldes que os contribuintes residentes, como se ainda estivesse no país, mesmo que já tenha estabelecido residência em outro local. “Se o contribuinte não informar à Receita Federal que deixou o Brasil, continua obrigado a prestar contas como se ainda estivesse aqui. Isso inclui declarar seus rendimentos globais e pagar Imposto de Renda conforme as regras brasileiras, mesmo que esses rendimentos tenham sido obtidos no exterior”, explica o especialista tributário da Contmatic, Silvio Costa. A falta de regularização pode gerar multas por atraso ou ausência na entrega da Declaração de Saída, conforme prevê o artigo 13 da Instrução Normativa SRF nº 208/2002. Além disso, há exigência do recolhimento mensal do IR via Carnê-Leão para quem continua recebendo rendimentos do exterior, mesmo morando fora do Brasil. Nesse caso, o imposto deve ser pago com alíquotas progressivas, que vão de 15% a 22,5%, dependendo do tipo de rendimento e do lucro obtido. “Muitos brasileiros não sabem que, mesmo residindo em outra nação, o aluguel de um imóvel no Brasil, por exemplo, continua sujeito à tributação aqui”, afirma Silvio.  Para quem já vive há anos no exterior e nunca fez a saída fiscal, ainda é possível regularizar a situação. Para isso, há dois documentos essenciais: a Comunicação de Saída do País e a Declaração de Saída Definitiva do País. Ambos devem ser enviados à Receita Federal nos prazos estabelecidos — até fevereiro e maio do ano seguinte à saída, respectivamente. Caso haja um tratado de bitributação entre o Brasil e o país de residência, o imposto pago lá pode ser compensado aqui, mas somente se as regras forem seguidas corretamente. Se for o caso, o contribuinte pode entregar a Declaração de Saída Definitiva do País de forma retroativa, ajustar pendências e pagar eventuais multas e impostos devidos. “É um processo que exige atenção, mas vale a pena para evitar problemas mais graves no futuro, como cobranças ou bloqueios de CPF”, reforça o especialista da Contmatic, empresa especializada em soluções tecnológicas para gestão empresarial e contábil. E quem está planejando sair do Brasil em breve também deve se preparar com antecedência. É importante lembrar dos prazos mencionados – a Comunicação de Saída do País precisa ser feita até o último dia de fevereiro do ano seguinte à mudança, e a Declaração de Saída Definitiva, até o final de maio – e recolher o imposto de renda até a data limite de entrega da declaração. Esses documentos são essenciais para comprovar à Receita que o vínculo fiscal com o Brasil foi encerrado. “Essa formalização protege o contribuinte de eventuais bitributações e facilita muito o retorno ao país, caso isso ocorra no futuro”, destaca Silvio Costa. Vale lembrar que o regresso ao território nacional após um período de residência no exterior também exige atenção tributária. Todo o patrimônio acumulado fora do Brasil deve ser declarado, assim como os rendimentos de fontes estrangeiras, que passam a ser tributáveis via Carnê-Leão. “Cuidar da regularização fiscal não é só uma questão de evitar problemas, é também uma forma de proteger o patrimônio construído”, finaliza Costa.  Com informações Contmatic Link Original

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A crise fiscal e a crise institucional nos Estados Unidos

Nos últimos dias, uma notícia econômica ganhou destaque internacional: orebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos (de Aaa para Aa1) pela agência Moody’s. Com isso, o país não mantém mais a classificação máxima de crédito em nenhuma das três principais agências do mercado: Moody’s(Aa1), S&P Global Ratings (AA+) — rebaixada em 2011 — e Fitch Ratings(AA+), rebaixada em 2023. Aqui, o importante é entender o que esse rebaixamento, de fato, representa. As agências de classificação avaliam o chamado risco soberano com base em múltiplos fatores, como desempenho econômico, sustentabilidade fiscal, solidez institucional e exposição a choques externos. Consideram também acapacidade de arrecadação, o acesso a financiamento internacional e aconfiança nas instituições públicas. Esses fatores são analisados por meio demétricas quantitativas e avaliações qualitativas específicas de cada país. O resultado influencia diretamente a capacidade de um governo de atrair investidores e financiar sua dívida a custos mais baixos. No caso da Moody’s, o rebaixamento teve como justificativa principal o deterioramento das contas públicas estadunidenses. A agência projeta que a dívida pública do país deva saltar de 98% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2024, para 135%, em 2035, com um déficit fiscal anual chegando a 9% no fim do período. Outro dado alarmante é o custo do serviço da dívida. Até 2035, quase 30% da arrecadação federal poderá estar comprometida só com opagamento de juros. E o cenário se agrava quando, na mesma semana dorebaixamento, parlamentares do Partido Republicano — liderados pelopresidente Donald Trump — propuseram no Congresso a prorrogação doscortes de impostos aprovados no seu mandato anterior, que expiram em 2025. Além disso, sugeriram novos incentivos para trabalhadores, aposentados eescolas privadas, medidas que ampliariam ainda mais o desequilíbrio fiscal. Os republicanos também pressionam por um novo aumento no limite da dívida federal, mecanismo que funciona, nos Estados Unidos, como uma espécie de “teto de gastos”, similar ao nosso arcabouço fiscal. O problema é que esse tipode ação, sem contrapartidas reais de ajuste, apenas posterga a soluçãoestrutural da crise. Já destacamos anteriormente que os verdadeiros problemaseconômicos do país do Norte (assim como da China) vão muito além da guerracomercial. No caso norte-americano, a crise é essencialmente fiscal. A deterioração das contas públicas tem impedido o Federal Reserve (FED) dereduzir os juros, mesmo diante de uma desaceleração econômica. A Casa Branca, por sua vez, adota posturas altamente questionáveis ao pressionarpublicamente o presidente do FED para reduzir a taxa básica — mesmo quando isso contraria os fundamentos econômicos. Esse tipo de interferência institucional eleva ainda mais a percepção de risco, alimentando o ciclo derebaixamentos. Com isso, o Tesouro norte-americano é forçado a pagar juros mais altos para se financiar. Prova disso é que, na semana passada, os títulosde 30 anos do governo de lá ultrapassaram, pela primeira vez, a marca de 5% ao ano (a.a.), reflexo direto da ausência de um plano fiscal crível e da pressãoindevida sobre a autoridade monetária. Enquanto isso, o foco midiático permanece nas tensões comerciais, desviando a atenção dos problemas fiscais e institucionais profundos que afetam diretamente a economia do país mais rico do mundo — e que terão impactos mundiais. Jogar essas questões para debaixo do tapete, certamente, custará caro tanto aos Estados Unidos quanto ao restante do mundo. Link Original

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Contabilidade como aliada dos empreendedores na reta final da declaração do Imposto de Renda 2025

À medida que nos aproximamos do prazo final da declaração do Imposto de Renda, diversos empreendedores brasileiros enfrentam uma corrida contra o tempo. Para boa parte deles, a entrega ainda é vista como um processo puramente burocrático – e um item a ser riscado da lista de obrigações anuais. Porém, essa percepção pode custar caro. O risco de cair na malha fina, ser multado ou enfrentar problemas fiscais é real, afinal os dados da Receita Federal confirmam: mais de 1,4 milhão de declarações foram retidas em 2024. Assim, como profissionais da contabilidade, a nossa função é mais do que apenas garantir a conformidade, uma vez que atuamos estrategicamente ao lado da empresa. O que muitos micro, pequenos e médios empresários ainda não perceberam é que, ao declarar corretamente e de maneira eficiente, eles também estão cuidando da saúde financeira dos seus negócios. O modo como o pró-labore é informado, a distribuição de lucros é declarada e os rendimentos são registrados impacta diretamente a estrutura fiscal e jurídica da empresa. Este processo vai além do simples cumprimento das exigências legais, trata-se de atuar com base em uma visão de longo prazo. O nosso papel como contador deixa de ser mero transmissor de dados e torna-se curador de informações, analista de riscos e orientador estratégico. A Receita Federal espera que, até o fim do prazo, que encerra em 30 de maio, 46,2 milhões de declarações sejam entregues. E, neste contexto, cada tomada de decisão importa, a fim de atender as expectativas do Fisco e evitar problemas futuros. A parceria entre contadores e empreendedores é fundamental para realizar uma eficiente gestão contábil dos negócios, como a definição correta do pró-labore e, também, uma acurada distribuição de lucros para isenção correta de imposto de renda, caminhos que pavimentam a entrega adequada da declaração de Imposto de Renda em 2025. Desse modo, este é o momento no qual o contador passa a ser um instrumento de gestão ativa do negócio, visto que nosso trabalho também inclui reforçar a credibilidade do negócio, reduzir os riscos e oferecer maior previsibilidade. É uma tarefa que exige escuta, interpretação e, acima de tudo, planejamento. A declaração não deve ser vista como uma etapa final, mas uma oportunidade de revisar o caminho percorrido ao longo do ano anterior e projetar os próximos passos, levando em consideração as possibilidades futuras. Em um contexto de fiscalizações automatizadas, cruzamento de dados em tempo real e uma demanda crescente por transparência, não há mais espaço para improvisos. A contabilidade  hoje é um diferencial competitivo de quem deseja empreender com segurança. E isso se mostra de forma ainda mais evidente quando o prazo do Imposto de Renda  está na contagem regressiva. A pressa de última hora, sem o apoio de um especialista, pode resultar em más decisões e problemas maiores com o Leão. Assim, cabe a nós, profissionais da contabilidade, assumirmos nosso papel como tradutores de um sistema fiscal complexo, facilitadores da conformidade e parceiros de confiança dos pequenos negócios deste país. Ao encararmos o Imposto de Renda com esse olhar estratégico, conseguimos não apenas evitar erros, mas também agregar valor à jornada de quem empreende. Empreender no Brasil já é desafiador. Portanto, fazer isso dentro das exigências fiscais, com planejamento e visão de longo prazo diferencia uma empresa sobrevivente de uma sustentável. Nesta reta final, mais do que cumprir com o prazo, o objetivo é entregar uma declaração de qualidade, que traduz com precisão a realidade financeira do negócio. É a partir deste momento que o nosso papel como profissionais de contabilidade se revela fundamental. Por Charles Gularte, vice-presidente executivo de Serviços aos Clientes da Contabilizei. Link Original

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Comissão da Câmara aprova PL que estabelece regras para parceria entre escritórios de contabilidade; veja critérios

A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (22), o projeto de lei que permite que escritórios de contabilidade celebrem contratos de parceria com contadores, técnicos em contabilidade ou até mesmo outros escritórios, sem caracterizar vínculo societário ou empregatício. De acordo com a proposta, os estabelecimentos e profissionais serão denominados Escritório Contábil Parceiro Líder, Escritório Contábil Parceiro e Profissional-Parceiro. O Escritório Parceiro Líder será responsável por centralizar os pagamentos e recebimentos gerados pela parceria, além de recolher os tributos devidos pelos parceiros, descontando os valores da cota-parte correspondente. O texto enfatiza que os escritórios contábeis parceiros e os profissionais-parceiros não poderão assumir responsabilidades contábeis, fiscais, trabalhistas ou previdenciárias do Escritório Líder, nem obrigações relacionadas ao funcionamento do negócio. Como serão os contratos de parceria A proposta estabelece que o contrato de parceria deverá conter diversas definições, incluindo: O percentual de retenção, pelo escritório líder, dos valores recebidos por cada serviço prestado pelos parceiros; Os direitos do profissional-parceiro quanto ao uso de bens materiais necessários ao desempenho das atividades profissionais; e O local de exercício do trabalho. A homologação do contrato de parceria será feita pelo sindicato da categoria (trabalhista e patronal). No caso dos profissionais-parceiros, a ausência do contrato ou a realização de funções distintas das previstas caracterizará vínculo empregatício. Responsabilidade solidária eliminada Foi aprovado o texto do relator, deputado Luiz Gastão (PSD-CE), em substituição ao Projeto de Lei 4463/21, do ex-deputado Otavio Leite (RJ). Gastão incorporou elementos do PL 736/23, que tramita em conjunto. Entre as alterações promovidas pelo relator, destaca-se a eliminação da responsabilidade solidária entre o escritório contábil parceiro e o profissional-parceiro pelas atividades realizadas em nome dos clientes, incluindo orientações técnicas. Segundo Gastão, essa exigência ultrapassaria o conceito de solidariedade previsto no Código Civil. “A manutenção do dispositivo poderá comprometer o propósito do projeto, que é fomentar parcerias entre escritórios contábeis, ao introduzir um ônus desproporcional e juridicamente questionável aos profissionais da área”, disse Gastão. O projeto ainda ver ser analisado, de forma conclusiva, nas comissões de Indústria, Comércio e Serviços e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias Link Original

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IR 2025: onde buscar ajuda gratuita na reta final do prazo

Contribuintes que ainda não entregaram a declaração do Imposto de Renda 2025 têm até o dia 30 de maio para prestar contas com a Receita Federal. Na reta final do prazo, é possível contar com ajuda gratuita para preencher o documento, por meio do NAF (Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal), uma parceria entre a Receita e instituições de ensino. O serviço é oferecido em várias cidades e inclui orientações sobre MEI, tributação e dúvidas fiscais. NAF oferece atendimento gratuito em todo o país Criado em parceria com universidades e escolas técnicas, o NAF é uma iniciativa da Receita Federal que fornece serviços contábeis e fiscais sem custo. O objetivo é apoiar cidadãos e pequenos negócios, especialmente os que têm dificuldade de acesso a consultoria profissional. O atendimento é feito por estudantes, com supervisão de professores. Consultorias incluem IR, MEI e questões fiscais Nos pontos de atendimento, os contribuintes podem receber ajuda com a declaração do IR, além de esclarecimentos sobre obrigações do MEI, comércio exterior, tributação e até questões jurídicas básicas. Cada unidade tem horários e formas específicas de atendimento, que podem variar entre presencial e remoto. Locais e datas de atendimento em São Paulo e interior São Paulo – Etec Pirituba: 29 de maio, das 19h30 às 20h30, por ordem de chegada. Rua Ambrosia do México, 180. São Paulo – Fatec Zona Leste: 26 de maio, das 8h às 11h10. Av. Águia de Haia, 2.983. São Paulo – Fatec Ipiranga: 26 e 27 de maio, das 12h às 13h. Rua Frei João, 59. Campinas – Fatec Campinas: sextas, das 16h30 às 18h30. Av. Cônego Antônio Roccato, 593. Guarulhos – Fatec: Atendimento remoto até 30 de maio. E-mail: [email protected]. Marília – Etec Antônio Devisate: 23 de maio, das 19h às 21h30. Av. Castro Alves, 62. Pindamonhangaba – Etec/Fatec: 28 de maio, das 16h às 21h. Shopping Pátio Pinda. Presidente Prudente – Etec: Atendimento remoto até 30 de maio. E-mail: irpf[email protected]. São Caetano do Sul – Fatec: 24 de maio, das 8h às 12h. Rua Bel Aliance, 225. Faculdade Estácio também oferece assistência gratuita A Estácio presta atendimento gratuito na capital e região metropolitana até 30 de maio: Interlagos: 26 de maio, das 14h às 18h30. Conceição: quintas e sextas, das 14h às 17h; plantão em 24 de maio, das 10h às 15h. Santo André: 29 de maio, das 14h às 17h, e 24 de maio, das 9h às 14h. Carapicuíba: 24 de maio, das 9h às 13h. Atendimento remoto: até 30 de maio, pelo e-mail [email protected], das 9h30 às 18h. Documentos necessários para receber ajuda gratuita Para receber atendimento, o contribuinte deve apresentar: Comprovantes de rendimento do ano-calendário 2024; Declaração do IR anterior, se houver, com número do recibo; Documentos pessoais (CPF, RG, título de eleitor); Endereço e dados bancários para restituição; Comprovantes de despesas dedutíveis (educação, saúde, previdência privada, etc.). Faltando poucos dias para o fim do prazo de entrega da declaração do IR 2025, os contribuintes ainda têm opções de apoio gratuito para não perder o prazo e evitar multas. A assistência oferecida por instituições de ensino em parceria com a Receita é uma oportunidade segura e confiável. Link Original

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Como mudar de MEI para ME: veja quando a transição é obrigatória e o que muda na prática

Empreendedores que começaram como Microempreendedores Individuais (MEIs) e viram seus negócios crescerem precisam estar atentos: ao ultrapassar certos limites, é necessário fazer a transição para Microempresa (ME). Apesar de ser um processo relativamente simples, a mudança exige cuidados com a carga tributária, a contabilidade e a estrutura jurídica da empresa. O processo é comum entre quem supera o teto de faturamento do MEI, contrata mais de um funcionário ou precisa expandir sua atuação. No entanto, a transição para ME traz responsabilidades adicionais e demanda apoio técnico, especialmente de um contador. Quando é obrigatório deixar de ser MEI? A mudança de regime de MEI para ME deve ser feita obrigatoriamente quando: O faturamento anual ultrapassa R$ 81 mil; Há a contratação de mais de um funcionário; O empreendedor decide incluir sócios no negócio; A atividade exercida não é permitida no MEI; Há a abertura de filiais. Principais mudanças na gestão da empresa Ao se tornar uma microempresa, o empreendedor deve lidar com: Maior carga tributária; Obrigatoriedade de escrituração contábil e fiscal; Emissão de notas fiscais com novas regras; Envio de declarações acessórias; Controle financeiro mais estruturado. Qual o regime tributário ideal? O empreendedor que deixa de ser MEI pode optar entre: 1. Simples Nacional Pagamento unificado de tributos via DAS, alíquotas de 4% a 33%, ideal para pequenas empresas. 2. Lucro Presumido Tributação baseada em percentual fixo do faturamento. Alíquota total de até 34% (IRPJ/CSLL) + 3,65% (PIS/Cofins). 3. Lucro Real Baseado no lucro efetivo. Requer contabilidade completa. Carga tributária: 34% (IRPJ/CSLL) + 9,25% (PIS/Cofins). Como fazer a transição de MEI para ME Solicitar o desenquadramento no Portal do Simples Nacional; Atualizar o cadastro na Junta Comercial do estado; Solicitar nova inscrição estadual ou municipal, se necessário; Atender às novas obrigações fiscais e contábeis; Contar com apoio de um contador para orientar o processo. Link Original

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Geração Z evita trabalho e estudo e preocupa empregadores

Um fenômeno global tem chamado a atenção de empresas, governos e especialistas em comportamento: o crescimento do grupo “Nem Nem Nem” entre a Geração Z — jovens que não trabalham, não estudam e não fazem treinamentos. A escolha pelo afastamento das responsabilidades tradicionais da vida adulta parece, cada vez mais, uma decisão consciente. Segundo a Organização Internacional do Trabalho, cerca de 20% da população mundial entre 15 e 24 anos se enquadra nessa categoria. Dados de um relatório da PwC mostram que 4 em cada 10 membros da Geração Z estão dispostos a pedir demissão e viver com o seguro-desemprego. Números globais preocupam Na Espanha, mais de 500 mil jovens estão fora do mercado e do sistema educacional. No Reino Unido, aproximadamente 3 milhões de jovens da Geração Z são considerados economicamente inativos. Desde a pandemia, cerca de 384 mil ingressaram nessa condição. A falta de perspectiva de conquistar estabilidade financeira ou adquirir um imóvel tem desestimulado os jovens. Mesmo que avançassem na carreira, muitos acreditam que comprar uma casa é inalcançável. Foco no presente e rejeição da “correria” A frase de um jovem publicada na revista Fortune resume a visão de muitos: “Estou apenas me concentrando no presente porque o futuro é deprimente”. Ao contrário dos Millennials, marcados pelo lema “trabalhe duro e conquiste tudo”, a Geração Z parece mais inclinada a preservar sua saúde mental do que a perseguir sucesso profissional a qualquer custo. Pesquisas apontam que os jovens preferem empregos com menor carga de responsabilidade e jornadas mais leves. Funções com mais folgas, como as da área da educação, ganham popularidade. Paralelamente, cresce o interesse por ocupações técnicas entre os que não têm diploma universitário. Problemas financeiros ampliam o desânimo Comparando com a Geração Y, a Geração Z ganha menos, acumula mais dívidas e apresenta taxas maiores de inadimplência. Estudo da TransUnion revela que os jovens de 20 e poucos anos ganham hoje em média US$ 45.500 por ano, enquanto os Millennials ganhavam, ajustado pela inflação, cerca de US$ 51.852 na mesma idade. A disparada da inflação e dos preços imobiliários aumenta a sensação de frustração: para muitos, não compensa esforçar-se por um futuro que parece cada vez mais inalcançável. Saúde mental em declínio Enquanto a desocupação juvenil aumenta, a saúde mental também preocupa. Jovens da Geração Z são quase duas vezes mais propensos a sofrer de transtornos como ansiedade e depressão do que os Millennials na mesma idade. Mais de um terço dos jovens entre 18 e 24 anos apresenta sintomas de transtornos mentais comuns. Mesmo os que estão empregados tiram mais licenças médicas do que a Geração X, com pelo menos 20 anos a mais. O relatório da Resolution Foundation aponta que a ausência por motivos de saúde entre os jovens é uma tendência crescente e alarmante. Empresas tóxicas afastam os jovens Para parte dos analistas, não é surpresa que tantos jovens evitem o mercado formal quando mais da metade dos CEOs admite que a cultura de suas empresas é tóxica. Esse ambiente desfavorável contribui para a rejeição de carreiras tradicionais e a busca por modelos de trabalho menos opressores. O avanço dos “Nem Nem Nem” na Geração Z não é apenas um desafio econômico, mas também social e comportamental. Entender as causas desse fenômeno exige olhar para o contexto histórico, as condições do mercado e os valores das novas gerações. Com informações c.2025 Fortune Media IP Limited  Link Original

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Cinco bancos concentram 73% dos valores liberados no consignado para CLT e mais de R$ 8 bi foram emprestados

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou que apenas cinco instituições financeiras são responsáveis por sete em cada dez (73,3%) volumes de valores liberados no novo empréstimo consignado do setor privado — conhecido como Crédito do Trabalhador.  Esses bancos emprestaram mais de R$ 8,2 bilhões em pouco mais de dois meses de operação da linha de crédito que gera desconto direto na folha de pagamento do trabalhador de carteira assina. Ao todo, R$ 11,3 bilhões foram movimentados por 39 instituições. Os números foram enviados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para o jornal EXTRA. O Banco do Brasil foi o responsável pelo maior montante liberado: R$ 3,1 bilhões. O segundo valor (R$ 1,6 bilhão) mais expressivo foi da Parati Financeira. Na lista também aparecem a Facta Financeira (R$ 1,2 bilhão), a Picpay (1,1 bilhão) e a Caixa Econômica Federal (R$ 1 bilhão). Em relação ao número de empréstimos contratados, a lista das principais instituições é diferente. Dos 2,1 milhões de consignados privados liberados, 69.8% foram feitos nos cinco bancos com as maiores quantidades de contratações. Com mais de 469 mil empréstimos, Facta Financeira foi a instituição com a maior quantidade de liberações. A Parati Financeira aparece logo em seguida, com cerca de 327 mil contratos firmados. O PicPay Bank soma 253 empréstimos na terceira posição. Na sequência, estão o Banco do Brasil (239 mil) e o Agibank (177 mil). Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os trabalhadores contrataram em média empréstimos no valor de R$ 5.383,22, com prestações de R$ 317,20. Até a última quinta, das 70 instituições financeiras habilidades para operar o consignado privado, 31 ainda não tinham operado a nova linha de crédito. Troca de dívidas entre bancos Desde o dia 16 de maio o MTE liberou a portabilidade de empréstimos para o novo consignado privado de uma instituição financeira para outra. A migração foi liberada para quem tem contratos ativos do Crédito Direto ao Consumidor (CDC) ou do antigo crédito consignado por meio de convênios entre empresas e bancos. Na prática, vai ser possível mudar para uma instituição financeira habilitada pelo programa que oferece condições melhores para reduzir os custos da dívida. Isso acontece porque, mesmo em caso de demissão, o banco poderá usar até 10% do saldo do FGTS e 100% da multa rescisória como garantia de pagamento. Além disso, se o trabalhador for demitido e conseguir um novo emprego com carteira assinada, a dívida será transferida para o novo vínculo de trabalho. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o trabalhador terá que procurar os canais de atendimento ou uma agência do banco para realizar a portabilidade das dívidas. A Carteira de Trabalho Digital vai liberar a migração somente no dia 6 de junho. Ao fazer a portabilidade, a dívida antiga é automaticamente quitada no primeiro banco. Na sequência, o trabalhador assume um novo empréstimo com outra instituição financeira. Todos os bancos habitados, segundo o MTE, têm a lista dos trabalhadores com contratos ativos de empréstimo pessoal ou consignados. Ao fazer a troca de banco, o trabalhador poderá aumentar o valor do novo empréstimo, desde que tenha margem consignável — limite de até 35% do salário que pode ser comprometido para pagar o empréstimo. “Essa forma provoca uma espécie de leilão entre bancos, já que a instituição financeira pode baixar mais ainda os juros para não perder o cliente”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, em nota. Com informações Extra Link Original

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