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PDF Guru: Editor PDF multifuncional online

Os documentos PDF têm uma usabilidade avançada devido ao seu tamanho compacto. No entanto, eles não podem ser editados simplesmente como o Microsoft Word. Em geral, a maioria das informações se parece com uma imagem. Apenas alguns elementos textuais podem ser copiados. Portanto, é necessária uma ferramenta que permita alterações manuais rapidamente.  O editor de PDF do PDF Guru é uma boa escolha. Ele apresenta várias vantagens e tem apenas alguns aspectos negativos. Então, o que você deve saber sobre essa ferramenta? Economia de espaço Uma das maiores vantagens desta ferramenta é que ela não requer download. Você pode se registrar no site oficial e editar PDF online em pouco tempo. Essa opção é especialmente conveniente para edição em smartphones, onde cada espaço de memória é valioso. Graças a isso, você não precisa se preocupar com um pen drive ou salvar os documentos no Google Drive. Assim que precisar de um documento, basta abrir o PDF Guru, entrar na sua conta e encontrar o arquivo em um armazenamento virtual seguro. Design e navegação simples A próxima vantagem a destacar é a usabilidade deste editor de PDF. A interface é acolhedora devido a duas cores que combinam perfeitamente: branco e vermelho. Ela não é confusa com dezenas de elementos. Assim, mesmo os iniciantes acham fácil encontrar a opção de edição necessária. Segurança online Por ser uma ferramenta online, o PDF Guru criou um armazenamento online seguro para proteger as informações e os documentos de seus usuários. Todos os documentos editados serão mantidos online em sua conta pessoal, se necessário. Além disso, os pagamentos disponíveis também são confiáveis e seguros. Todas as transações e o processamento de dados são protegidos com criptografia SSL e AES. Uma variedade de opções de edição e muito mais Falando sobre os serviços disponíveis, você não pode apenas editar PDF com o PDF Guru. Ele oferece várias outras opções que os usuários online podem aproveitar enquanto gerenciam seus arquivos PDF. Edição. Você pode editar PDF alterando seu conteúdo, substituindo elementos e excluindo itens. Compressão. Se o seu arquivo estiver muito pesado, você pode comprimi-lo aqui. Mesclagem e divisão. Você pode separar páginas ou mesclar vários documentos PDF em um único. Criação de um novo arquivo. Se você deseja criar um arquivo PDF do zero, clique em “criar um novo documento”.  Resumir conteúdo. Você pode aprender as informações principais do documento de várias páginas resumindo-o aqui. Assinar. Nem todo mundo tem a oportunidade de ir ao escritório assinar documentos. Além disso, assinar um documento e digitalizar todas as páginas novamente é demorado. Aqui, você pode assinar PDF para lidar com o caso remotamente. Preenchimento. Outro recurso interessante é preencher o formulário para relatórios fiscais online e baixar ou imprimir o documento necessário. Além disso, você também pode assiná-lo lá. Conversão. O PDF converter guru tem muitas opções de conversão de e para PDF. A mais popular é converter PDF para Word ou Word para PDF. No entanto, ele também gerencia muitos outros formatos. Como editar um documento com o PDF Guru A interface da ferramenta é fácil de usar. Não é difícil editar o documento necessário, pois cada etapa é acompanhada de dicas. No entanto, se você nunca fez isso antes, estas são as etapas que você deve seguir: Visite o site oficial. Clique em “+” para adicionar o documento necessário a partir do seu dispositivo Faça as edições necessárias Salve todas as alterações Ao editar seu documento, você pode escolher qualquer opção necessária – copiar, colar, corrigir erros, alterar fontes e outros detalhes. Depois disso, a ferramenta salvará automaticamente o documento em sua conta de armazenamento online. Se precisar enviá-lo para alguém, você pode baixá-lo. Será sua segunda cópia, que você manterá em seu dispositivo. Se você se preocupa com a falta de espaço na memória, comprima o arquivo primeiro. Os documentos compactados pelo PDF Guru não perdem qualidade após alterações e compactação. Se precisar salvar o documento em outro formato, basta escolher “Salvar como” e clicar no formato desejado. No entanto, você não poderá baixar o documento sem registro e assinatura.  Como se registrar  Para ter acesso a todos os recursos, você precisa criar uma conta: Faça login com sua conta Google ou Insira seu e-mail e crie uma senha Faça login e pague pelo plano escolhido. Após o pagamento, você poderá aproveitar os benefícios da ferramenta. Pontos negativos do PDF Editor do PDF Guru Embora a ferramenta tenha 4,1/5 estrelas no Trustpilot, ela tem seus pontos negativos. Sem recursos gratuitos Às vezes, o upload e o processamento do arquivo demoram Alguns usuários não gostam da falta de serviços gratuitos Os aspectos negativos não são críticos, o que torna este editor de PDF uma boa escolha. A ferramenta realmente merece estar na lista das melhores graças aos serviços disponíveis que empreendedores, contribuintes, freelancers e outros usuários podem desfrutar. Conclusões O editor de PDF do PDF Guru é uma ferramenta rica e bastante útil que dispõe de vários serviços de edição polivalentes e acessíveis. O site garante 100% de segurança e usabilidade. Mas não oferece recursos gratuitos. Para saber mais é necessário se cadastrar, fazer login e pagar para salvar o documento editado na web ou em seu equipamento. Link Original

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Governo publica edital do CNU 2025 com mais de 3 mil vagas em todo o país

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos divulgou, nesta segunda-feira (30), o edital da segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU). A seleção de 2025 contará com 3.652 vagas para cargos públicos de níveis médio, técnico e superior, com salários iniciais que variam entre R$ 4.008,24 e R$ 17.345,27. As inscrições para o concurso começam no dia 2 de julho e seguem até 20 de julho, exclusivamente pelo site da Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela organização do certame. A taxa de inscrição será de R$ 70, com isenção prevista para candidatos cadastrados no CadÚnico, doadores de medula óssea e beneficiários do Fies ou do Prouni. Seleção terá um único edital com todos os blocos temáticos Diferentemente da primeira edição, que foi dividida em oito editais temáticos, o Concurso Nacional Unificado 2025 será regido por um único documento. O edital consolida todas as informações relativas às vagas, remuneração, estrutura das provas, critérios de avaliação e classificação. A distribuição das oportunidades contempla nove blocos temáticos, organizados por área de atuação. São eles: Bloco 1: Seguridade Social (Saúde, Assistência e Previdência Social); Bloco 2: Cultura e Educação; Bloco 3: Ciências, Dados e Tecnologia; Bloco 4: Engenharias e Arquitetura; Bloco 5: Administração; Bloco 6: Desenvolvimento Socioeconômico; Bloco 7: Justiça e Defesa; Bloco 8: Nível intermediário – Saúde; Bloco 9: Nível intermediário – Regulação. Provas objetivas acontecerão em 5 de outubro A aplicação das provas objetivas será no dia 5 de outubro de 2025, em todas as unidades da federação. O exame ocorrerá em 228 municípios, no período da tarde, das 13h às 18h, horário de Brasília. Para os cargos de nível superior, serão 90 questões de múltipla escolha. Já para os candidatos de nível médio ou técnico (classificados como nível intermediário), serão 68 questões. O resultado preliminar da prova objetiva será divulgado no dia 12 de novembro, mesmo dia em que será publicada a convocação para a próxima fase. Etapas seguintes incluem prova discursiva e análise de títulos A segunda fase do CNU 2025 será composta por uma prova discursiva, marcada para 7 de dezembro. Para os cargos de nível superior, a avaliação será composta por duas questões abertas. Já para os cargos de nível intermediário, a etapa consistirá em uma redação dissertativa. Haverá ainda análise de títulos para candidatos classificados em cargos que exigem especialização ou comprovação de experiência. O envio dos documentos comprobatórios deverá ser feito entre os dias 13 e 19 de novembro. Sistema de cotas será aplicado com verificação documental O concurso também reservará vagas para pessoas com deficiência, candidatos negros, indígenas e quilombolas. Aqueles que se autodeclararem pertencentes a esses grupos deverão participar de um procedimento de confirmação documental. Essa verificação está prevista para ocorrer entre os dias 8 e 17 de dezembro. A convocação será feita em 12 de novembro, juntamente com o resultado da primeira fase e a chamada para a prova discursiva. Confira o cronograma completo do CNU 2025 Inscrições: das 10h de 2/7 até 23h59 de 20/7 Pagamento da taxa de inscrição: até 21/7 Solicitação de isenção da taxa: 2 a 8/7 Prova objetiva: 5/10 Divulgação dos resultados e convocação para etapa discursiva: 12/11 Envio de títulos: 13 a 19/11 Prova discursiva: 7/12 Verificação de cotas e PcD: 8 a 17/12 Previsão de divulgação da 1ª lista de classificação: 30/01/2026 Processo seletivo busca padronizar acesso ao serviço público O Concurso Nacional Unificado foi criado com o objetivo de centralizar e padronizar a entrada de novos servidores públicos federais, com maior transparência, isonomia e capilaridade territorial. O modelo inspirado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) permite a realização de provas simultâneas para diferentes órgãos e ministérios. A primeira edição do CNU estava prevista para março de 2024, mas foi adiada devido à calamidade no Rio Grande do Sul. A nova aplicação foi remarcada para o segundo semestre, com o edital da edição de 2025 mantido conforme cronograma original. Orientações para candidatos da área contábil Profissionais da contabilidade e estudantes que desejam ingressar no serviço público devem ficar atentos aos blocos que exigem conhecimentos específicos em finanças públicas, auditoria, administração e orçamento. O edital detalha as competências cobradas para cada cargo. É recomendável iniciar o preparo com base no conteúdo programático disponibilizado pela FGV, além de consultar materiais de provas anteriores. Cursos preparatórios, simulados e grupos de estudo também podem ser úteis para quem busca aprovação. Link Original

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Senado analisa crédito tributário para exportadoras do Simples

O Plenário do Senado Federal pode votar nesta terça-feira (1º), a partir das 14h, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 167/2024, que institui o Programa Acredita Exportação. A proposta, de autoria do Poder Executivo, cria um regime de incentivo tributário para micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional que atuam na exportação de bens, por meio de mecanismos como o drawback e o Recof. O texto tramita em regime de urgência e será deliberado em turno único. A medida já foi aprovada na Câmara dos Deputados e, no Senado, recebeu parecer favorável na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em 17 de junho. O relator da matéria é o senador Eduardo Braga (MDB-AM). Programa Acredita Exportação cria crédito tributário a optantes do Simples O PLP 167/2024 tem como objetivo ampliar a participação de micro e pequenas empresas no comércio exterior por meio da concessão de créditos tributários. O benefício será direcionado a empresas que se enquadram no regime do Simples Nacional e que exportam mercadorias utilizando regimes aduaneiros especiais. Entre os mecanismos contemplados estão o drawback — que permite a suspensão ou eliminação de tributos sobre insumos importados utilizados em produtos destinados à exportação — e o Recof (Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado), que permite às empresas importar ou adquirir no mercado interno insumos com suspensão de tributos federais, desde que os produtos resultantes sejam exportados ou destinados ao mercado interno com posterior regularização tributária. De acordo com a justificativa da proposta, a medida visa promover competitividade às pequenas empresas brasileiras frente ao mercado internacional, reconhecendo a importância do segmento para a economia nacional e para a geração de empregos. Simples Nacional e comércio exterior: cenário atual e obstáculos Embora o Simples Nacional contemple mais de 13 milhões de micro e pequenas empresas, a participação desse grupo nas exportações brasileiras ainda é limitada. Um dos principais entraves está na complexidade do processo de exportação e na ausência de incentivos fiscais compatíveis com a realidade dessas empresas. Segundo dados da Receita Federal, em 2023, apenas 0,6% das empresas optantes pelo Simples realizaram operações de exportação. Isso reforça a necessidade de políticas públicas que simplifiquem procedimentos e ofereçam estímulos tributários adequados ao porte dessas organizações. Ao incluir as micro e pequenas empresas nos benefícios de regimes aduaneiros como o drawback e o Recof, o PLP 167/2024 busca eliminar barreiras e estimular a cultura exportadora entre empreendedores de menor porte. Outras propostas na pauta do Senado incluem PEC da educação e apoio ao campo Além do PLP 167/2024, a sessão plenária desta terça-feira (1º) inclui outras três propostas de destaque. A primeira é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 137/2019, de autoria do senador Confúcio Moura (MDB-RO), que insere a educação como vetor do progresso nacional no artigo 205 da Constituição Federal. O texto, relatado pela senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), reforça o papel da educação não apenas como direito, mas como instrumento fundamental de desenvolvimento econômico e social. A proposta está na segunda sessão de discussão em primeiro turno. Juventude rural e combate ao trabalho forçado também estão na pauta Outro projeto pronto para votação é o PL 2.674/2025, que institui a Política Nacional de Juventude e Sucessão Rural. A proposta, originada na Câmara dos Deputados por autoria do deputado Patrus Ananias (PT-MG), busca apoiar a permanência de jovens no campo e fortalecer a sucessão familiar em propriedades rurais. Com relatoria também da senadora Professora Dorinha Seabra, o texto altera três leis e cria instrumentos de incentivo à formação técnica, acesso ao crédito e estímulo ao empreendedorismo rural. Já o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 323/2023 trata da aprovação do Protocolo Facultativo à Convenção nº 29 da OIT, que moderniza o combate ao trabalho forçado e insere cláusulas de proteção específicas para crianças e mulheres. O texto tem parecer favorável da Comissão de Relações Exteriores do Senado e é relatado pelo senador Jaques Wagner (PT-BA). O protocolo foi assinado em maio de 2014, durante conferência da Organização Internacional do Trabalho em Genebra. Impactos esperados e próximos passos do PLP 167/2024 Se aprovado pelo Senado, o PLP 167/2024 seguirá para sanção presidencial. O texto estabelece que os créditos tributários concedidos no âmbito do Programa Acredita Exportação poderão ser usados para quitação de débitos com a União ou compensação com tributos federais. O governo espera que a medida estimule novas exportações por parte das micro e pequenas empresas e contribua para a diversificação da pauta exportadora brasileira, ainda muito concentrada em grandes indústrias e no agronegócio. Para contadores, empresários e consultores de comércio exterior, o acompanhamento da tramitação do PLP 167/2024 é essencial. Caso aprovado, o programa poderá demandar ajustes operacionais, enquadramento em regimes aduaneiros e revisões nos planejamentos tributários de empresas exportadoras do Simples Nacional. Incentivo pode ampliar protagonismo das MPEs no comércio exterior A inclusão de micro e pequenas empresas exportadoras em programas de incentivo fiscal representa um passo importante para fortalecer o setor produtivo nacional e reduzir desigualdades no acesso ao mercado internacional. O PLP 167/2024 pode ser decisivo nesse avanço. Empresários optantes pelo Simples Nacional que atuam ou desejam atuar no comércio exterior devem se preparar para aproveitar os benefícios do Programa Acredita Exportação, caso aprovado. Para acompanhar o avanço da pauta e outras propostas voltadas às MPEs, acesse a seção de Simples Nacional no Portal Contábeis. Link Original

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Profissionais recorrem a plataformas especializadas para driblar desafios do início de carreira

De médicos a personal trainers, as comunidades online são meios de vender, estudar e realizar networking. Com o avanço das tecnologias digitais e a busca cada vez maior por especialização no mercado de trabalho, as plataformas de conteúdo técnico têm se consolidado como ferramentas indispensáveis para profissionais em início de carreira. De acordo com um levantamento da McKinsey & Company, mais de 60% dos trabalhadores afirmam buscar na internet formas de complementar a formação acadêmica com conteúdos práticos, mentorias e conexões com especialistas. Essas comunidades online não apenas oferecem acesso a dicas, pesquisas e conteúdos exclusivos, como também criam oportunidades de networking e de construção de autoridade em nichos específicos. Variadas, existem diversos tipos de plataformas, como as próprias redes sociais, as de marketing de conteúdo, venda de infoprodutos ou apenas um espaço online para cursos e treinamentos. Atualmente, essas comunidades estão evoluindo conforme a tecnologia, centralizando todos esses elementos em um só. Dessa forma, a entrega fica ainda mais personalizada e específica. Dentro das profissões, ferramentas como essa facilitam o dia a dia de recém-formados e profissionais que desejam se consolidar em sua área. Tanto na área da medicina, como no exemplo da plataforma Doctoralia, quanto para cabeleireiros pela Trinks, os agendamentos e indicações são feitos com muito mais confiança e credibilidade pelo público. São muitos os benefícios, que incluem conteúdos exclusivos, foco no público-alvo, criação de autoridade como especialista dentro da área e uma possível oportunidade de monetização por vendas de cursos e/ou produtos. Segundo a cirurgiã-dentista Eduarda Jung, nova participante da comunidade para dentistas Odonto Pay, isso abre portas para iniciantes na área. “Hoje em dia, numa só plataforma, é possível encontrar desde mentorias até dicas de como realizar um procedimento. Após o fim da graduação, é muito comum se sentir perdido e sem muita ajuda, mas essas comunidades lhe dão credibilidade e telhe aproximam de grandes nomes da área, mesmo que de maneira remota. Apesar de não ser muito falado nas mídias, oportunidades como essas são um achado para qualquer profissional”, afirma ela. “Além do conhecimento técnico, essas plataformas ajudam a desenvolver o lado empreendedor, que muitas vezes não é ensinado na faculdade. Elas lhe orientam sobre como precificar, se posicionar no digital e até como lidar com o paciente de forma mais humanizada. Isso faz toda a diferença na construção de uma carreira sólida e atualizada”, destaca Eduarda. Link Original

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Advogados e contadores: protagonistas na prevenção dos riscos psicossociais nas empresas

Nos últimos anos, o debate sobre saúde mental no trabalho deixou de ser periférico e ganhou protagonismo nas estratégias de gestão empresarial. Com a atualização da NR-01, que consolidou a importância da identificação e controle dos riscos psicossociais nos ambientes de trabalho, o papel de advogados e contadores passou por uma transformação profunda. Esses profissionais deixaram de ser exclusivamente técnicos e passaram a atuar como consultores estratégicos na proteção jurídica, financeira e humana das organizações. Advogados: do contencioso à antecipação de riscos Durante muito tempo, a atuação do advogado trabalhista se concentrou na defesa em ações judiciais. Casos de assédio, adoecimento mental e outras questões ligadas à saúde emocional dos trabalhadores só chegavam aos seus cuidados quando já eram litígios instaurados. Isso, hoje, é insuficiente. O novo cenário exige do advogado: 1. Visão Sistêmica da Legislação Não basta dominar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). É preciso compreender como normas como a NR-01, a LGPD e os tratados internacionais de proteção à saúde e dignidade do trabalhador se integram. Entender como o uso de dados sobre saúde mental se relaciona à privacidade do colaborador, por exemplo, é essencial. 2. Atuação Preventiva e Diagnóstica O advogado deve participar ativamente da análise dos ambientes organizacionais, revisando políticas internas, regras de conduta, procedimentos de gestão de pessoas e instrumentos contratuais. Mais do que identificar falhas, é seu papel propor ajustes compatíveis com a legislação e boas práticas, reduzindo passivos trabalhistas e melhorando o clima organizacional. 3. Educação Corporativa Empresas bem preparadas contam com gestores capazes de reconhecer e lidar com situações de risco. Nesse ponto, o advogado tem a missão de capacitar lideranças e RH sobre temas sensíveis: assédio, discriminação, conflitos interpessoais e práticas abusivas. O foco deve ser preventivo, mas também orientado para a correta condução de investigações internas, caso necessário. 4. Mediação e Solução de Conflitos Antes que uma situação de sofrimento mental vire processo judicial, o advogado pode atuar como mediador ou facilitador de diálogos estruturados, promovendo soluções consensuais que preservem os vínculos e reduzam impactos reputacionais. 5. Auditorias e Compliance Trabalhista A auditoria em compliance trabalhista e de saúde emocional já é uma realidade em empresas de médio e grande porte. Advogados especializados realizam análises técnicas para verificar se as práticas adotadas estão de acordo com os princípios de saúde e segurança psicológica, propondo planos de ação corretivos e preventivos. Contadores: da conformidade fiscal à gestão do impacto econômico dos riscos psicossociais Se o advogado atua sobre as normas e relações de trabalho, o contador opera nas estruturas que sustentam a viabilidade econômica dessas decisões. E nesse novo panorama, sua atuação deixou de se limitar à apuração de tributos e fechamento de balanços. O papel do contador, hoje, inclui: 1. Mensuração de Custos Invisíveis Os impactos dos riscos psicossociais vão além das ações judiciais. É preciso quantificar custos indiretos, como absenteísmo, presenteísmo, aumento da rotatividade, acidentes de trabalho e queda de produtividade. Esses dados são fundamentais para decisões de investimento em bem-estar. 2. Análise do ROI em Saúde Mental Ao projetar investimentos em programas de saúde emocional, o contador contribui ao estimar o retorno sobre o investimento (ROI). Demonstrar, com números, como o cuidado com o bem-estar se converte em produtividade, retenção de talentos e economia processual é um diferencial estratégico. 3. Gestão de Afastamentos e Passivos Com o crescimento dos afastamentos por adoecimento emocional, torna-se essencial mapear, registrar e gerenciar os custos relacionados às ausências, benefícios previdenciários, pagamentos de indenizações e reservas financeiras para ações judiciais. 4. Planejamento Contábil Sustentável A sustentabilidade empresarial não pode mais ser medida apenas pela lucratividade. O contador tem o dever de incluir indicadores de saúde organizacional nos relatórios financeiros e sugerir ajustes nas práticas de gestão conforme os impactos observados no bem-estar coletivo. 5. Consultoria em Benefícios A escolha e a estruturação de planos de benefícios voltados à saúde mental, como planos com cobertura psicológica, programas de apoio ao empregado (EAPs) e políticas de flexibilidade no trabalho, também passam pela análise tributária e contábil. O contador orienta para que esses investimentos sejam eficazes e legalmente adequados. A força da integração: advocacia e contabilidade a serviço da saúde organizacional A prevenção eficaz dos riscos psicossociais demanda uma abordagem integrada. Advogados e contadores, juntos, oferecem uma perspectiva completa sobre os desafios enfrentados pelas empresas: O advogado garante a conformidade legal, atua na estruturação de políticas corporativas e media possíveis conflitos internos; O contador avalia o impacto financeiro, planeja os investimentos necessários e ajuda a sustentar economicamente as decisões estratégicas. Essa sinergia gera soluções mais completas e sustentáveis, protegendo a empresa de litígios, reduzindo perdas financeiras e, sobretudo, promovendo um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo. Empresas que compreendem o valor dessa parceria deixam de atuar apenas reativamente. Elas se posicionam como organizações modernas, resilientes e comprometidas com o desenvolvimento humano e a responsabilidade corporativa. Link Original

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Inteligência Artificial sem alma humana: um risco calculado para a NR-1 e o bem-estar corporativo

O alerta é claro: no Brasil, um estudo da OMS estimou que quase R$ 400 bilhões anuais são perdidos devido a doenças mentais que resultam em baixa produtividade, afastamentos e uma rotatividade de pessoal que prejudica a cultura das empresas.Em um cenário onde cada dólar investido em saúde mental retorna quatro em ganhos de produtividade e bem-estar, como também aponta a OMS, e onde empresas que negligenciam o tema podem ver seus custos com saúde aumentarem em até 20%, a inação se torna insustentável. Neste contexto, a Inteligência Artificial (IA) surge como uma promessa de solução, uma ferramenta capaz de processar dados, identificar padrões e, quem sabe, prever crises. A IA está disponível, é fato. Mas será que ela, por si só, é o que sua empresa realmente precisa para endereçar a complexidade da saúde mental e cumprir as diretrizes da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que estabelece as disposições gerais do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)?A resposta é um sonoro “não”. A IA, nos estágios atuais, está desprovida da inteligência similar à humana, da empatia e da capacidade de interpretação contextual. Por isso, pode se tornar uma ferramenta fria e ineficaz, gerando relatórios complexos que pouco ou nada contribuem para a construção de um ambiente de trabalho verdadeiramente saudável e seguro. A IA protagoniza uma excepcional possibilidade de ampliar a capacidade da liderança de atuar com este tema, como extensão analítica e aceleradora da coleta de informações. Portanto, complementarmente ao papel do líder. A NR-1 exige que as organizações identifiquem perigos, avaliem riscos e implementem medidas de controle. Os riscos psicossociais, cada vez mais evidentes, são parte integrante desse escopo. E a liderança tem um papel insubstituível. Um gestor precisa planejar estrategicamente a integração de qualquer nova ferramenta, e com a IA não é diferente. Antes de implementar sistemas complexos, é fundamental questionar: 1. Qual o real problema em relação à saúde mental e riscos psicossociais? 2. Como a IA pode, especificamente, ajudar a entender e mitigar esses riscos? 3. Quais competências humanas (liderança, empatia, comunicação) é preciso fortalecer para que a IA seja um complemento, e não um substituto, da capacidade de cuidar das pessoas? Tornar a utilização da IA mais humana significa, antes de tudo, colocar as pessoas no centro da estratégia. É usar a tecnologia para amplificar a capacidade humana de observação, diagnóstico e intervenção, e não para automatizar o descaso. Uma empresa do ramo alimentício, consciente da pressão em suas linhas de produção, investiu maciçamente em programas de saúde mental. O diferencial? A criação de “agentes de saúde mental”, colaboradores treinados na linha de frente para oferecer escuta ativa, acolhimento e direcionamento, humanizando o suporte no local onde o estresse acontece. A tecnologia pode apoiar no mapeamento de áreas críticas, mas a intervenção é humana. Da mesma forma, uma instituição financeira, conhecida pelo ambiente de alta pressão, implementou ações de mindfulness corporativo e outras iniciativas focadas no bem-estar. O resultado? Além da melhoria perceptível no clima organizacional, observou-se uma redução na sinistralidade do plano de saúde. A IA poderia identificar correlações, mas a decisão de implementar mindfulness e a forma de engajar os colaboradores partem da sensibilidade e estratégia da gestão. A construção de um PGR eficaz, em total consonância com a NR-1, demanda um olhar atento aos riscos psicossociais. A IA pode fornecer dados, mas são as lideranças e os especialistas em RH que desenharão as ações efetivas: programas de conscientização, canais de escuta seguros, treinamento de líderes para identificação precoce de sinais de sofrimento psíquico, e a promoção de uma cultura organizacional que valorize o equilíbrio e o respeito. A IA é uma ferramenta poderosa, mas sem a inteligência, a sensibilidade e a visão estratégica humana, ela não passa de um conjunto de algoritmos incapaz de promover a verdadeira mudança cultural necessária para proteger a saúde mental dos trabalhadores e cumprir, em sua plenitude, as exigências da NR-1. O futuro do trabalho saudável e produtivo reside na sinergia entre o potencial tecnológico e a insubstituível capacidade humana de cuidar. Por João Roncati Link Original

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Decisão do TST reacende alerta se convenções coletivas podem alterar a base de cálculo da folha

A recente decisão da 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que validou cláusula coletiva alterando a natureza das comissões pagas a empregados — de salarial para indenizatória —, reacendeu um debate complexo nas esferas trabalhista e tributária. A decisão se conecta com o julgamento do Tema 1.046 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu a prevalência do negociado sobre o legislado nas relações de trabalho, desde que observados limites constitucionais e garantias mínimas. De acordo com o advogado Décio Daidone Jr., sócio do Barcellos Tucunduva Advogados e mestre em Direito do Trabalho pela PUC/SP, a decisão não deve ser interpretada como um “cheque em branco” para alterar direitos trabalhistas via negociação sindical. “É possível, por meio de negociação coletiva, alterar a natureza de parcelas como as comissões, transformando-as de salariais em indenizatórias. No entanto, há limites claros: é preciso respeitar os direitos absolutamente indisponíveis, apresentar contrapartidas aos trabalhadores e considerar o impacto social mais amplo dessas decisões”, ressalta. Segundo o especialista, a mudança pode parecer vantajosa à primeira vista — já que reduz encargos como INSS, FGTS, férias e 13º salário —, mas tende a gerar efeitos colaterais relevantes. “Do ponto de vista individual, pode haver aumento da renda líquida do trabalhador e redução do custo da folha para o empregador. Contudo, do ponto de vista coletivo, a redução da arrecadação previdenciária compromete o financiamento da seguridade social”, alerta. O advogado também chama a atenção para a necessidade de equilíbrio negocial e boa-fé objetiva nas convenções. “A empresa precisa demonstrar que a proposta oferece ganhos reais ao trabalhador. Não se trata apenas de reduzir custos. Sem proporcionalidade e transparência, a cláusula corre sério risco de ser anulada judicialmente”, conclui. Do ponto de vista fiscal, o alerta é ainda mais direto. Para Luã Nascimento, especializado em Direito Tributário pela FGV/SP, advogado do Barcellos Tucunduva Advogados, a decisão do TST não tem o poder de alterar a base de cálculo de tributos incidentes sobre a folha. “Ainda que a legislação trabalhista admita flexibilizações por negociação coletiva, a qualificação tributária da verba não se pauta exclusivamente pelo que for pactuado entre as partes”, afirma. A legislação fiscal se apoia no princípio da legalidade estrita, previsto nos artigos 108 e 109 do Código Tributário Nacional (CTN), que impedem que conceitos definidos em outras áreas do Direito — como o trabalhista — alterem a competência tributária. “O inciso XXIX do art. 611-B da CLT também é claro: cláusulas convencionais que impliquem a supressão de tributos são ilegais”, reforça Nascimento. Segundo ele, mesmo com cláusula coletiva classificando uma verba como “indenizatória”, a Receita Federal pode desconsiderar essa natureza se a função for contraprestativa e o pagamento, habitual. “A Receita não se subordina a normas pactuadas entre empregador e sindicato. A adoção dessa prática pode gerar autuações fiscais relevantes, com cobrança retroativa de contribuições previdenciárias e FGTS”, explica. O movimento, ainda que isolado, pode estimular tentativas semelhantes com outras verbas trabalhistas — e isso preocupa os especialistas. “Essa decisão do TST pode fomentar o debate sobre verbas que ainda não foram analisadas pelos Tribunais Superiores. Mas convenções particulares, mesmo coletivas, não têm o poder de relativizar os critérios legais que determinam a natureza de uma remuneração”, pontua o tributarista. Ambos os especialistas reforçam a importância de cautela e equilíbrio. Um meio termo seria transacionar apenas os reflexos trabalhistas, preservando o repasse fiscal e previdenciário. A negociação coletiva é um instrumento legítimo e necessário nas relações trabalhistas modernas e as empresas podem e devem se aproveitar disso, mas não deve ser usada como atalho para transacionar direito de terceiros e reduzir obrigações fiscais. “Sem responsabilidade, transparência e visão sistêmica, o acordo pode ser anulado e a empresa penalizada”, finaliza Daidone. Fonte: Decio Daidone Jr., sócio do Barcellos Tucunduva Advogados, é mestre em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pela PUC/SP. Luã Nascimento, advogado tributarista do Barcellos Tucunduva Advogados, especializado em Direito Tributário pela Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas. Link Original

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Projeto NF-e libera Nota Técnica 2024.003 com alteração de regra de validação

O Portal da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) publicou na última sexta-feira (27) a versão 1.06 da Nota Técnica 2024.003 que traz informações de Produtos da Agricultura, Pecuária e Produção Florestal e Alteração de regra de validação O documento traz alterações e padronizações nas datas de vigência, mas sem alteração de layout ou de regra de validação.  A NT também traz as datas de testes e o prazo para implementação em produção das mudanças na NF-e. Também houve alteração na regra de validação N12a-70 para permitir que o contribuinte Microempreendedor Individual (MEI) possa fazer venda de bem do ativo imobilizado. A nota técnica está disponível na íntegra aqui. Link Original

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Feriados regionais em julho de 2025: confira a lista e locais

O mês de julho de 2025 terá ao menos oito feriados regionais no Brasil, entre datas estaduais e municipais, além de um ponto facultativo na capital fluminense. A distribuição dos feriados afeta diretamente o calendário de trabalho e pode influenciar a rotina de empresas, repartições públicas e profissionais da contabilidade que atuam em diferentes localidades do país. Além do planejamento do setor privado, as datas exigem atenção de contadores quanto ao cumprimento de obrigações acessórias com prazos coincidentes, necessidade de antecipação de tarefas e organização da folha de pagamento em locais com interrupções no expediente. Rio de Janeiro terá ponto facultativo e feriado por cúpula dos Brics Na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o mês começa com um ponto facultativo municipal no dia 4 de julho (sexta-feira), seguido por feriado municipal em 7 de julho (segunda-feira). As duas datas foram decretadas pelo prefeito Eduardo Paes (PSD) em razão da realização da Cúpula dos Brics na capital carioca, marcada para os dias 6 e 7. No caso do ponto facultativo, a folga se aplica principalmente aos servidores públicos municipais. Para trabalhadores sob regime celetista (CLT) ou Pessoa Jurídica (PJ), caberá a cada empregador decidir se concederá ou não o dia de descanso. Já o feriado municipal de 7 de julho terá exceções importantes. Segundo o decreto da prefeitura, não será válida a folga para os seguintes setores: Comércio de rua; Bares, restaurantes, padarias e hotéis; Shoppings, centros comerciais e galerias; Teatros, cinemas, bibliotecas e pontos turísticos; Empresas jornalísticas e de radiodifusão; Indústrias nas Áreas de Planejamento 3, 4 e 5; Estabelecimentos em trabalho remoto; Prestadores de serviços e atividades essenciais. São Paulo comemora Revolução Constitucionalista em 9 de julho O estado de São Paulo terá feriado estadual no dia 9 de julho (quarta-feira), em alusão à Revolução Constitucionalista de 1932. A data é considerada uma das mais relevantes do calendário cívico paulista e se aplica a todos os municípios do estado. O feriado impacta repartições públicas estaduais, escolas, bancos e serviços não essenciais. Empresas privadas poderão funcionar normalmente, desde que observadas as regras da convenção coletiva da categoria e os direitos trabalhistas relacionados ao trabalho em feriados. Bahia celebra Independência do estado em 2 de julho No estado da Bahia, o feriado estadual será celebrado em 2 de julho (quarta-feira), data que marca a Independência da Bahia em relação ao domínio português, em 1823. O feriado é válido em todos os municípios baianos e afeta o funcionamento de repartições públicas e algumas empresas, de acordo com convenções sindicais e legislações locais. Sergipe e Maranhão terão feriados em dias úteis Em Sergipe, o feriado estadual ocorre em 8 de julho (terça-feira), em comemoração ao aniversário de criação do estado, em 1820. A data impacta repartições públicas e pode alterar a jornada das empresas locais. No Maranhão, o feriado estadual será em 28 de julho (segunda-feira), alusivo à adesão do estado à Independência do Brasil. A celebração histórica é oficial em todo o território maranhense. Goiás comemora fundação da antiga capital em 26 de julho No estado de Goiás, o feriado estadual será em 26 de julho (sábado), em referência à fundação da cidade de Goiás (também chamada de Goiás Velho), que foi a primeira capital do estado. A data é tradicional e culturalmente relevante, principalmente no município que leva o nome do estado. Como o dia cairá em um sábado, o impacto para empresas será limitado, exceto para atividades com funcionamento habitual aos fins de semana. Recife e Boa Vista terão feriados municipais Na capital pernambucana, Recife (PE), haverá feriado municipal em 16 de julho (quarta-feira) em homenagem a Nossa Senhora do Carmo, padroeira da cidade. A data é celebrada com eventos religiosos e suspensão de atividades públicas e privadas em grande parte da cidade. Já em Boa Vista (RR), o feriado municipal será em 9 de julho (quarta-feira), data do aniversário de fundação da capital roraimense. Assim como em Recife, o feriado impacta escolas, repartições públicas e parte do comércio local. Calendário de julho 2025: confira os feriados confirmados Data Local Tipo Motivo 2 de julho (quarta) Bahia Estadual Independência da Bahia 4 de julho (sexta) Rio de Janeiro (RJ) Ponto facultativo Reunião dos Brics 7 de julho (segunda) Rio de Janeiro (RJ) Municipal Reunião dos Brics 8 de julho (terça) Sergipe Estadual Aniversário de criação do estado 9 de julho (quarta) São Paulo e Boa Vista (RR) Estadual e Municipal Revolução de 1932 / Aniversário da cidade 16 de julho (quarta) Recife (PE) Municipal Dia de Nossa Senhora do Carmo 26 de julho (sábado) Goiás Estadual Fundação da cidade de Goiás 28 de julho (segunda) Maranhão Estadual Adesão à Independência do Brasil Planejamento é essencial para empresas e contadores Com diversos feriados e pontos facultativos previstos em julho de 2025, é fundamental que empresas e profissionais da contabilidade antecipem atividades, organizem escalas e ajustem prazos de entrega de obrigações acessórias. Para evitar contratempos, é recomendável revisar o calendário fiscal, consultar convenções coletivas regionais e manter comunicação com fornecedores, clientes e colaboradores durante os períodos de folga. Acompanhe o Calendário Fiscal do Portal Contábeis para não perder nenhuma obrigação em dias com feriados regionais. Link Original

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