alvoadm

Novidades

NFS-e passa por atualização com unificação de ambientes

Entrou em vigor neste domingo (28), um novo conjunto de evoluções na plataforma nacional da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e), agora disponível no ambiente de produção. As melhorias já estavam em operação no ambiente de produção restrita (homologação e testes). Segundo comunicado oficial, a atualização pode ocasionar breves períodos de instabilidade. Por isso, os usuários da NFS-e devem manter atenção redobrada durante a utilização do sistema nos próximos dias. Ambientes unificados Com as alterações, os ambientes de produção restrita e de produção passam a operar com os mesmos leiautes, esquemas e regras de validação. Entre os elementos atualizados estão: Leiaute: ANEXO_I-SEFIN_ADN-DPS_NFSe-SNNFSe.xlsx; Esquemas: disponíveis  aqui; Objetos adicionais: para carga e configuração do Painel Administrativo Municipal (ADN) e do Cadastro Nacional de Contribuintes (CNC). Essa padronização busca garantir maior integração e consistência entre as etapas de homologação e produção, facilitando os processos de adaptação para contribuintes e administrações municipais. Novos tributos ainda não incluídos As atualizações em vigor não contemplam os novos grupos de informações relativos aos tributos incidentes sobre o consumo, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A previsão sobre a inclusão desses campos consta na Nota Técnica SE/CGNFS-e nº 004, de 19 de agosto de 2025. Um cronograma específico para o piloto de testes da Reforma Tributária do Consumo na NFS-e será divulgado em breve, e os testes ocorrerão no ambiente de produção restrita. Orientações aos usuários A Receita reforça que, diante das atualizações recentes, é essencial que os contribuintes, contadores e administrações municipais verifiquem se os sistemas internos já estão adequados às mudanças. O alinhamento entre os ambientes de homologação e produção deve facilitar futuras migrações e reduzir inconsistências, mas requer acompanhamento técnico para garantir a  Com a entrada em vigor das novas evoluções da plataforma nacional da NFS-e, os usuários devem monitorar possíveis instabilidades temporárias e se preparar para os próximos ajustes relacionados à Reforma Tributária do Consumo, que trará o destaque obrigatório do IBS e da CBS nas notas fiscais. Link Original

Novidades

NFS-e Nacional passa a adotar NBS como referência tributária

O Fisco disponibilizou neste sábado (27), a tabela que servirá de apoio para a tributação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). O documento também orienta sobre o Local de Incidência dos tributos, conforme disposto na Seção IV – Do Local da Operação, artigo 11, da Lei Complementar nº 214/2025. NBS será a referência para a emissão de notas De acordo com a atualização, os códigos da Nomenclatura Brasileira de Serviços (NBS) passam a ser a principal referência para a emissão da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). Para o CPO da ROIT, Vinicius Zucchini, essa mudança representa um marco importante na adequação das empresas ao novo sistema tributário “O NBS para serviços é como o NCM para mercadorias. É a referência inclusive para se saber a correta tributação do IBS e CBS, a determinação do cClassTrib”, disse. Adoção antecipada por municípios Algumas prefeituras já iniciaram a adaptação aos novos códigos. O município de Barueri (SP), por exemplo, alterou sua estrutura de códigos para a NBS, antecipando a exigência que valerá nacionalmente a partir da entrada em vigor do IBS e da CBS. Essa transição busca padronizar a forma de identificar e tributar os serviços prestados em todo o território nacional, alinhando o processo ao modelo já consolidado de mercadorias via NCM. Preparação para 2026 Segundo Zucchini, a utilização da NBS deve ser vista como um passo fundamental para as empresas se prepararem para a implementação das novas regras da reforma tributária, prevista para janeiro de 2026. A principal dúvida do mercado, neste momento, é quantos municípios conseguirão atualizar seus sistemas até a data estipulada. A adaptação municipal é considerada essencial para garantir a uniformidade da emissão de notas e da apuração tributária em todo o país. Com a divulgação da tabela pelo Fisco e a definição da NBS como referência oficial para a NFS-e, empresas e administrações municipais têm um novo parâmetro para orientar a tributação do IBS e da CBS. A expectativa é de que, até 2026, os sistemas locais estejam alinhados à norma, evitando divergências no cumprimento das obrigações fiscais. Com informações do Portal da Reforma Tributária Link Original

Novidades

Prazo final para entrega da DITR é nesta terça-feira (30)

O prazo para a entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR), tributo federal cobrado anualmente de imóveis rurais, encerra-se nesta terça-feira (30). A partir do dia seguinte, contribuintes que não transmitirem a declaração estarão sujeitos à aplicação de multa por atraso. A novidade em 2025 é a disponibilização do serviço digital “Minhas Declarações do ITR”, acessível na aba Imóveis do Portal de Serviços da Receita Federal. A solução substitui a necessidade de downloads anuais, permitindo o preenchimento e envio diretamente no ambiente online. O sistema proporciona maior padronização, agilidade e segurança, além de: Pré-preenchimento com dados já existentes na Receita Federal; Organização centralizada das declarações de imóveis rurais de um mesmo contribuinte; Eliminação da exigência de baixar programas a cada versão; Acesso facilitado em dispositivos móveis e computadores; Consulta e preenchimento de declarações de diferentes anos no mesmo ambiente; Melhorias de acessibilidade. Quem deve declarar Estão obrigadas à entrega da DITR pessoas físicas ou jurídicas que sejam: Proprietárias, titulares do domínio útil ou possuidoras de imóvel rural; Que tenham perdido a posse ou a propriedade do imóvel entre 1º de janeiro e a data de entrega da declaração. Segundo Frederico Buss, da HBS Advogados, “a apresentação fora do prazo sujeita o contribuinte ao pagamento de multa de um por cento ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, além da multa e dos juros de mora pela falta ou insuficiência de recolhimento do imposto ou quota, no caso de imóvel rural sujeito à tributação”. Dispensa do Ato Declaratório Ambiental Outra mudança em 2025 é a dispensa do Ato Declaratório Ambiental (ADA). Os contribuintes que possuem imóvel inscrito no Cadastro Ambiental Rural (CAR) devem informar apenas o número do recibo de inscrição. Já aqueles que se enquadram em hipóteses de imunidade ou isenção ficam dispensados dessa informação. Pagamento e multas O imposto pode ser parcelado em até quatro quotas mensais e sucessivas, desde que o valor mínimo seja de R$ 50 por quota. Para valores inferiores a R$ 100, o pagamento deve ser feito em quota única. A primeira quota ou a quota única vence também em 30 de setembro. O pagamento pode ser realizado por transferência bancária, Darf ou Pix com QR Code gerado no próprio sistema. No caso de atraso, incidem: Multa de mora de 0,33% ao dia, limitada a 20%; Juros equivalentes à taxa Selic acumulada mensalmente desde o mês seguinte ao vencimento até o anterior ao pagamento, acrescidos de 1% no mês do efetivo pagamento. Quem está dispensado Não é devido o pagamento do ITR em casos de: Pequena gleba rural (inferior a 30 hectares), desde que o proprietário não possua outro imóvel rural ou urbano; Terreno rural pertencente a instituições sem fins lucrativos de educação e assistência social, quando utilizados diretamente na atividade-fim. Orientação contábil sobre a DITR Para os profissionais de contabilidade, a DITR representa uma obrigação acessória que exige atenção especial, principalmente em relação à documentação necessária e à correta identificação da titularidade dos imóveis rurais. A organização prévia das informações é essencial para evitar inconsistências que possam resultar em autuações. Além disso, o novo sistema “Minhas Declarações do ITR” deve alterar a rotina dos escritórios, já que centraliza o histórico de declarações e permite acompanhar mais facilmente diferentes exercícios. Essa mudança pode facilitar o planejamento contábil de clientes do setor rural, otimizando o acompanhamento de pendências e garantindo maior agilidade no cumprimento do prazo legal. Como declarar O preenchimento da DITR pode ser feito de duas formas: pelo novo serviço “Minhas Declarações do ITR” no portal da Receita Federal ou pelo programa de computador disponível no gov.br. Para a transmissão, é necessário ter em mãos documentos como: Escritura da propriedade; Última declaração do ITR, se houver; Recibo do Cadastro Ambiental Rural (CAR); Recibo do Incra. Com o prazo final marcado para esta terça-feira (30), contribuintes devem se organizar para evitar multas e juros. As novidades tecnológicas do sistema digital prometem simplificar o processo, mas não alteram a obrigação de declarar dentro do prazo estabelecido pela Receita Federal. Com informações adaptadas do Globo Rural Link Original

Novidades

ENCAT divulga v.1.10 do Informe Técnico com atualização de meios de pagamento

A Coordenação Técnica do ENCAT divulgou a versão 1.10 do Informe Técnico 2024.002, que contém a tabela de meios de pagamento. A publicação oficial foi emitida para orientar contribuintes e profissionais da área contábil sobre os padrões e códigos a serem utilizados na emissão de documentos fiscais eletrônicos. Segundo o comunicado, o informe técnico tem como objetivo padronizar os registros de transações financeiras e oferecer maior clareza sobre a utilização de diferentes instrumentos de pagamento em operações tributáveis. A atualização atende às normas estabelecidas pelo ENCAT e tem caráter normativo e orientativo, auxiliando empresas, escritórios de contabilidade e órgãos de fiscalização na correta aplicação das regras. Importância para contadores Para profissionais da contabilidade, a versão 1.10 do informe técnico representa um instrumento de consulta essencial, garantindo que os registros contábeis e fiscais estejam alinhados com os padrões oficiais. A adoção correta dos códigos da tabela evita inconsistências, autuações e problemas futuros junto à Receita Federal. O informe técnico completo está disponível na plataforma oficial de Nota Fiscal Eletrônica, podendo ser consultado por empresas, contadores e demais interessados no cumprimento das obrigações fiscais. Link Original

Novidades

Como empresas brasileiras se protegem e crescem em tempos de instabilidade

Nos últimos anos, as empresas brasileiras têm enfrentado um cenário de instabilidade, marcado por oscilações econômicas, insegurança jurídica e mudanças frequentes na legislação. O contexto inclui um ambiente macroeconômico com juros elevados, alta carga tributária e pressões por ESG. “Empresas que colocam o compliance no centro da gestão conseguem reagir com mais agilidade e segurança a mudanças regulatórias, como as que ocorrem frequentemente nas áreas tributária, trabalhista e ambiental”, afirma Sérvulo Mendonça, chairman da Holding SM. Dados da 6ª edição da Pesquisa de Maturidade de Compliance no Brasil, realizada pela KPMG, mostram que o tema segue em evolução no país. O índice de maturidade do compliance nas empresas brasileiras subiu de 3,07 em 2021 para 3,09 em 2024, em uma escala de 1 a 5. Outro dado revela que 68% dos executivos revisam e aprovam anualmente os programas de compliance, demonstrando o crescente envolvimento da alta gestão na pauta da integridade corporativa. Complementando esse cenário, o relatório Compliance ON TOP 2024, que entrevistou 676 lideranças, revela que 52,4% das empresas que implementam programas de compliance contam com um colaborador exclusivo para a função, evidenciando que o compliance deixou de ser apenas uma obrigação regulatória e passou a ser uma área estratégica que protege e fortalece o negócio. Mais do que um instrumento de controle, o compliance tornou-se uma alavanca estratégica. A combinação de treinamentos constantes, políticas internas transparentes, canais seguros de denúncia e auditorias regulares não só assegura a conformidade, mas também fortalece a confiança de investidores, clientes e demais stakeholders. “A sustentabilidade dos negócios está diretamente ligada à governança. A cultura de integridade e a antecipação de riscos permitem que a empresa cresça com responsabilidade, mesmo em tempos de incerteza”, reforça o empresário. Para que o compliance funcione na prática, alguns passos são essenciais: Comprometimento da alta gestão: líderes engajados reforçam a cultura de integridade. Políticas e procedimentos claros: normas bem definidas reduzem riscos legais. Treinamento contínuo: a capacitação mantém colaboradores alinhados. Sistema de denúncia seguro: canais confidenciais aumentam a confiança. Monitoramento e auditoria regulares: detectam falhas e fortalecem a governança. Respostas rápidas a incidentes: ações ágeis minimizam impactos. Parcerias externas: consultorias e softwares inteligentes e confiáveis. Fonte: Braun Comunicação Integrada Link Original

Novidades

Reforma Tributária e setor imobiliário: novos custos, créditos e desafios regulatórios 

Em fase de regulamentação – após a promulgação da Emenda Constitucional nº 132/2023 – e em meio às discussões acerca de seu período de transição, a Reforma Tributária, como se sabe, trará grandes e significativos impactos para os setores econômicos do país, com novas disposições e regras em seus mecanismos de cobrança de impostos. Nesse sentido, a sanção do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que definiu as regras centrais para o IVA dual – IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de caráter municipal e estadual, e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de ordem federal –, traz novas disposições sobre a tributação sobre produtos e serviços ligados, por exemplo, ao setor imobiliário. Em um primeiro plano, as mudanças trazem, em seu eixo positivo, maior previsibilidade e transparência aos processos fiscais de incorporadoras e construtoras. Ao mesmo tempo, em um cenário que tem se repetido também em outros segmentos, existe a preocupação sobre a definição das alíquotas efetivas, visto que, se muito elevadas, devem encarecer o preço dos imóveis e o custo de operações, afetando de modo estrutural o mercado. O copo meio cheio Hoje, a tributação do setor imobiliário no Brasil é considerada bastante complexa, sendo pulverizada entre diversos tributos. Na construção civil, por exemplo, empresas do setor tributadas pelo regime do Lucro Presumido pagam PIS e Cofins, que incidem sobre a receita bruta – em uma alíquota conjunta de 3,65% –, além do ISS. Dependendo do regime tributário no qual está enquadrada a companhia – lucro presumido, lucro real ou regime RET –, a carga e forma de apuração podem variar. O RET (Regime Especial de Tributação) é um benefício fiscal, aplicável a incorporações imobiliárias, e que unifica IRPJ, CSLL, PIS e Cofins em uma alíquota única de 4% sobre a receita mensal do empreendimento, tornando a apuração simplificada. Em relação à compra e venda de imóveis por pessoas físicas, incide o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) – além de uma tributação adicional por meio do Imposto de Renda sobre ganho de capital na transação. Quanto à locação, a receita é tributada pelo IRPF no caso da pessoa física ou IRPJ, CSLL, PIS e Cofins no caso da pessoa jurídica. Logo, como é possível depreender, trata-se de uma fragmentação de tributos que gera insegurança, também pela variação de carga tributária conforme a localização e o regime de escolha – pontos que a Reforma pretende atacar. Com as novas disposições, entende-se que parte relevante dessa complexidade deixará de existir, com a instituição do IVA dual, que, conforme apontado acima, deve padronizar a tributação. Além de aumentar a previsibilidade para empresas do setor, a criação do tributo – que incide sobre o valor agregado em cada etapa da cadeia produtiva de um produto ou serviço – amplia para o setor a possibilidade de aproveitamento de créditos tributários. Hoje, em resumo, construtoras e incorporadoras têm restrições no aproveitamento de créditos referentes a PIS e Cofins, e o ISS não gera compensação, o que resulta no acúmulo de impostos no custo da obra, encarecendo os imóveis. Com o IVA dual, o objetivo é que se permita o crédito amplo sobre o que for adquirido como insumo ou serviço, reduzindo o efeito cascata e proporcionando mais neutralidade tributária ao setor – visto que o tributo deixa de ser um custo e passa a ser um valor compensado ao longo da cadeia. Em relação à locação de imóveis, a atividade passará a ser alcançada pelo novo IVA (IBS e CBS). Para pessoas jurídicas, haverá incidência sem qualquer condição adicional. Já para pessoas físicas, a tributação ocorrerá nas hipóteses específicas previstas na LC 214/2025, notadamente quando a receita anual com locações, cessões onerosas ou arrendamentos ultrapassar R$ 240.000,00 e envolver mais de três imóveis distintos, houver alienação ou cessão de direitos sobre mais de três imóveis distintos no ano-calendário anterior, ou ainda alienação/cessão de direitos de mais de um imóvel construído pelo próprio alienante nos cinco anos anteriores. Além disso, a lei prevê situações em que a pessoa física poderá ser considerada contribuinte já no mesmo ano-calendário, caso os limites sejam ultrapassados em 20% ou em alienações adicionais. Já serviços como corretagem e administração condominial serão tributados sob o novo modelo, o que elimina a diferença de regras entre municípios e estados. Novos desafios Enquanto o sistema atual se baseia em regimes distintos, com normas diferentes a depender da localidade, a Reforma propõe uma maior uniformidade, simplificação e eficiência. Contudo, o impacto efetivo sobre precificação e margens dependerá da definição de alíquotas: Caso sejam muito elevadas, podem neutralizar os benefícios trazidos pelo crédito amplo, encarecendo o preço final dos imóveis, com repercussões negativas na habitação popular e também no mercado de médio e alto padrão. Outro ponto de atenção e incerteza é em relação aos regimes específicos para o segmento da construção civil e habitação – estratégicos para a economia e para políticas públicas –, que ainda dependem de regulamentação detalhada, situação que, por ora, gera insegurança no setor. Além disso, há a necessidade de revisão de contratos de longo prazo, referentes a incorporações e empreendimentos já em andamento e que podem ser impactados pela mudança das regras. Soma-se a isso a complexidade de se conviver com duas lógicas diferentes de tributação durante o período de transição, previsto para ocorrer de 2026 a 2033. Este contexto exigirá das empresas um maior controle de processos internos, tecnologias e conformidade fiscal. Nesse contexto, a organização do planejamento tributário e a capacitação de equipes jurídicas e contábeis, mais do que um diferencial, pode ser uma questão de sobrevivência dentro de um cenário de incerteza e diante de uma legislação que ainda está sendo construída. A Reforma Tributária, em outras palavras, traz pontos de atenção, mas também potenciais oportunidades para o setor imobiliário; sobretudo para empresas que acompanharem com atenção as mudanças e, desde já, buscarem caminhos estratégicos para a sustentabilidade de seus negócios. Por: Denilson Kasteller é Sócio e Diretor de Operações (COO) no Grupo FiscALL. Link Original

Novidades

Tendências em contabilidade e custos com Inteligência Artificial

A contabilidade está passando por uma verdadeira revolução. Se antes o papel do contador era visto como burocrático, focado em escrituração e cumprimento de obrigações fiscais, hoje a tecnologia vem mudando esse cenário. A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma promessa distante e se tornou realidade em escritórios contábeis e departamentos financeiros de empresas de todos os portes. Este artigo aborda o impacto da IA na contabilidade, tendências atuais e como os profissionais podem se adaptar. Automação de Tarefas Repetitivas Uma das aplicações mais claras da IA na contabilidade é a automação. Sistemas já conseguem importar notas fiscais, conciliar extratos bancários, organizar lançamentos e gerar relatórios em tempo real. O contador, que antes gastava horas com tarefas manuais, pode agora dedicar-se à análise e ao aconselhamento estratégico. Essa automação também reduz erros humanos e garante mais segurança na informação contábil, beneficiando tanto o profissional quanto o cliente. Análise Preditiva de Custos A contabilidade de custos sempre foi fundamental para a tomada de decisão. A IA, no entanto, leva esse processo a outro nível. Com algoritmos preditivos, é possível identificar padrões de despesas, prever aumentos de custos variáveis, calcular o impacto de mudanças no mercado e até simular cenários futuros. Para uma empresa de transporte, por exemplo, o sistema pode prever variações no preço do combustível e sugerir ajustes na precificação de passagens. Já em uma indústria, pode estimar desperdícios e sugerir mudanças no processo produtivo. Chatbots e Assistentes Contábeis Outra tendência que vem ganhando espaço são os assistentes virtuais baseados em IA. Eles já conseguem responder dúvidas sobre regimes tributários, emitir lembretes de prazos fiscais e até orientar empreendedores iniciantes sobre como organizar as finanças. Essa tecnologia aproxima o contador do cliente, oferecendo atendimento mais ágil e acessível, sem perder a qualidade das informações. Integração com KPIs e Dashboards Inteligentes A contabilidade moderna não pode se limitar ao cumprimento da legislação. Cada vez mais, os gestores demandam relatórios com indicadores-chave de desempenho (KPIs). Sistemas de IA integrados a dashboards permitem acompanhar métricas como EBITDA, Margem de Contribuição, Fluxo de Caixa Operacional e Retorno sobre o Investimento (ROI). Essa visualização em tempo real facilita a identificação de pontos críticos e ajuda na tomada de decisão rápida, algo essencial em mercados competitivos. Ética e Segurança da Informação Com o avanço da tecnologia, surgem também novos desafios. Questões ligadas à ética, proteção de dados e segurança cibernética estão no centro da discussão. Profissionais de contabilidade precisam garantir que as informações sigam protegidas, em conformidade com legislações como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). O Contador como Consultor Estratégico A grande consequência dessa transformação é a mudança de papel do contador. Com a IA assumindo tarefas operacionais, o profissional passa a ter mais espaço para atuar como consultor estratégico, orientando gestores sobre investimentos, redução de custos e viabilidade econômica. Esse movimento exige atualização constante e uma mentalidade voltada não apenas ao cumprimento de normas, mas à criação de valor para os negócios. Conclusão A Inteligência Artificial está redefinindo a contabilidade e o controle de custos, transformando o contador em um parceiro estratégico indispensável. Automação, análise preditiva, assistentes virtuais e dashboards inteligentes são apenas algumas das tendências que moldam o futuro da profissão. Para quem deseja se manter competitivo, o caminho é claro: investir em atualização, adotar ferramentas de IA e enxergar a contabilidade não como mera obrigação, mas como diferencial estratégico para o crescimento sustentável das empresas. Link Original

Novidades

Os 7 princípios da qualidade e sua aplicação na gestão empresarial

No mercado atual, em que clientes estão cada vez mais exigentes e a concorrência mais acirrada, a qualidade deixou de ser apenas um diferencial competitivo para se tornar um requisito essencial. Empresas que aplicam os Princípios da Qualidade, descritos na NBR ISO 9000:2015, alcançam maior eficiência, credibilidade e sustentabilidade. Confira a seguir os sete princípios da qualidade e como colocá-los em prática no dia a dia do seu negócio. Foco no cliente A qualidade começa com o cliente. Para oferecer produtos e serviços de qualidade, é necessário conhecer as necessidades, expectativas e grau de satisfação do cliente. Na prática, a empresa poderá fazer as pesquisas de satisfação de seus clientes, fazer o mapeamento da jornada do cliente, com o intuito de identificar os pontos de dor, proporcionar canais efetivos de comunicação para receber o feedback e, sempre que possível, personalizar o serviço. Uma sugestão prática seria fazer uso de ferramenta simples, como o Google Forms, que pode fazer a pesquisa rápida de como é percebido pelo cliente os prazos de atendimento e a qualidade do serviço. Liderança A liderança desempenha um papel central na qualidade, pois é responsável por motivar a equipe e orientá-la em direção aos objetivos da organização. Líderes eficazes comunicam claramente a missão, a visão e os valores da empresa, encorajam a participação ativa dos colaboradores e reconhecem as conquistas em qualidade. Na prática, isso pode ser implementado por meio de reuniões rápidas semanais de alinhamento, focadas na identificação de oportunidades de melhorias e engajando a equipe em ações concretas. Engajamento das pessoas Colaboradores motivados e capacitados são essenciais para o sucesso da gestão da qualidade. Investir em treinamento e desenvolvimento aumenta o comprometimento da equipe, fortalece a cultura organizacional e eleva a produtividade. Na prática, a empresa deve promover treinamentos contínuos, incentivar a troca de conhecimento entre equipes e reconhecer iniciativas individuais e coletivas. Uma dica simples é incentivar que cada colaborador sugira, ao menos uma vez por mês, uma ideia de melhoria para os processos internos ou a experiência do cliente. Abordagem por processos Para que uma empresa atinja uma gestão eficiente, é importante enxergar suas atividades como parte de um conjunto de processos interligados. Cada processo recebe entradas, realiza atividades e gera saídas que alimentam outros processos. Esta visão integrada permite otimizar os recursos, diminuir as falhas, aumentar a produtividade e proporcionar maiores resultados em conformidade. Na prática, mapeie processos, defina responsáveis e monitore entradas, atividades e saídas, identificando os pontos de melhoria e viabilizando maior eficiência sob uma abordagem organizacional. Melhoria contínua A qualidade é um atributo dinâmico que deve ser constantemente melhorado. A cultura da melhoria contínua estimula a inovação e a adaptação à mudança em um mercado dinâmico. Na prática, isso pode ser feito por meio de ciclos de melhoria, como o PDCA (Planejar, Executar, Verificar, Agir), ou pela criação de comitês para rever ciclos e resultados de processos ou mesmo incentivando sugestões de melhorias em todos os níveis da organização. Uma estratégia simples é realizar reuniões mensais para analisar erros e propor soluções preventivas. Tomada de decisão baseada em evidências Decisões baseadas em dados seguros normalmente resultam em resultados mais sólidos do que depender somente da intuição. Na prática, é recomendável que a empresa utilize indicadores de desempenho e métricas de qualidade, analisar os dados antes de implementar a mudança e registrar as decisões e resultados para aprendizado futuro. Ferramentas como dashboards, que mostram indicadores do prazo médio de entrega ou índice de retrabalho, ajudam o gestor na tomada de decisão mais estratégica e fundamentada. Gestão de relacionamentos O sucesso de uma empresa também depende da qualidade dos relacionamentos com fornecedores, parceiros e clientes. Na prática, a empresa deve estabelecer critérios claros para seleção e avaliação de fornecedores, por meio de parcerias estratégicas de longo prazo e comunicação clara com todos os stakeholders. Uma iniciativa recomendada é elaborar relatórios periódicos de desempenho para os clientes e parceiros, o que fortalece a confiança e a credibilidade da empresa. Aplicar os Princípios da Qualidade vai além do cumprimento de normas, é uma estratégia essencial para gerar resultados concretos e sustentáveis. Ao colocar o cliente no centro, engajar as equipes, estruturar processos, investir na melhoria contínua, tomar decisões baseadas em dados e fortalecer relacionamentos, a empresa amplia sua competitividade e consolida um crescimento sólido. Em um mercado cada vez mais dinâmico, a qualidade não é uma opção, mas o caminho para transformar desafios em oportunidades e se tornar referência no setor. Por Alessandra de Souza Ferreira, bacharel em Ciências Contábeis, Técnica em Segurança do Trabalho, Recursos Humanos, Qualidade e Meio Ambiente. Link Original

Novidades

Jurimetria e IA transformam o acesso a serviços jurídicos no Brasil

O uso da jurimetria no país vem crescendo e se consolidando como uma das principais tendências do mercado jurídico. Baseada na análise de grandes volumes de dados processuais e normativos, essa tecnologia permite decisões mais rápidas, assertivas e embasadas em evidências. Agora, com o apoio da inteligência artificial (IA) e a integração a canais de uso cotidiano, como o WhatsApp, a jurimetria ganha novo espaço na rotina de advogados, gestores e empresas, aproximando a inovação da prática profissional. Na prática, a jurimetria aplica métodos estatísticos ao direito, permitindo identificar padrões, prever custos e prazos e antecipar riscos em litígios ou negociações. Essa abordagem torna o trabalho jurídico menos intuitivo e mais baseado em evidências, favorecendo não apenas escritórios de advocacia, mas também departamentos jurídicos e áreas de compliance de empresas. De acordo com Edson Hideki, sócio-fundador da Revio, a combinação de jurimetria e IA representa um avanço significativo na forma como empresas podem reduzir riscos jurídicos e fiscais. “Mais do que automatizar, buscamos oferecer uma camada de inteligência e estratégia para que o usuário tome decisões melhores e mais seguras”, explica o executivo. Na visão de Hideki, é importante destacar que, apesar do avanço tecnológico, a inteligência artificial deve ser entendida como apoio, e não como substituto da atuação profissional. “A palavra final é sempre do humano. É o advogado, o juiz ou o gestor quem interpreta o contexto, aplica a lei e garante justiça e conformidade”, completa. Fonte: Braun Comunicação Integrada Link Original

Novidades

Refis 2025 do Maranhão oferece descontos e parcelamentos para débitos tributários

O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-MA), lançou o Programa de Pagamento e Parcelamento de Créditos Tributários – Refis 2025, destinado a contribuintes com débitos de Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA) e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD) constituídos até 31 de dezembro de 2024, inscritos ou não em dívida ativa. O programa oferece condições especiais para regularização fiscal, incluindo descontos de até 100% em juros e multas para pagamento à vista, além da possibilidade de parcelamento em até 12 vezes com redução de 60% nas penalidades. Governador destaca benefícios O governador Carlos Brandão enfatizou a relevância da iniciativa: “Estamos garantindo este desconto para quem tem débitos de IPVA ou ITCD constituídos até o dia 31 de dezembro de 2024. É uma oportunidade para os contribuintes se regularizarem e, ao mesmo tempo, fortalecermos a arrecadação, que retorna em serviços para a população. Nas próximas semanas, lançaremos um pacote especial do IPVA 2026 e taxas, para todos os tipos de veículos, especialmente motocicletas.” Condições de adesão IPVA: Pagamento à vista: 100% de desconto em juros e multas; Parcelamento em até 12 vezes: redução de 60% em penalidades; Valor mínimo da parcela: R$ 30 para motocicletas e R$ 100 para demais veículos. ITCD: Pagamento à vista: 100% de desconto em juros e multas; Parcelamento em até 12 vezes: redução de 60% em penalidades; Valor mínimo da parcela: R$ 500. Prazo e forma de adesão Os contribuintes podem aderir ao Refis 2025 até 31 de outubro de 2025, mediante emissão do DARE – Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais, disponível no site da Sefaz (portal.sefaz.ma.gov.br) ou presencialmente em qualquer Agência de Atendimento da Fazenda Estadual. Segundo a Sefaz, o programa visa facilitar a regularização de débitos tributários, oferecendo condições vantajosas para que os contribuintes fiquem em dia com suas obrigações fiscais, além de fortalecer a arrecadação estadual, que é revertida em serviços públicos para a população maranhense. Com informações do Governo do Maranhão Link Original

Rolar para cima
Abrir bate-papo
Olá
Podemos ajudá-lo?